segunda-feira, 29 de agosto de 2011

SUPER MÃES E A DEPRESSÃO!


Acreditar que se pode ter tudo é uma coisa bonita, mas que está levando muitas mamães a depressão. Segundo um novo estudo, as “supermães” têm maiores taxas de depressão, em comparação com mães que trabalham e que deixam as coisas passarem.
O estudo descobriu que o trabalho é bom para a saúde mental das mães. E, entre as mães que trabalhavam, as menos deprimidas eram aquelas que não esperavam conseguir equilibrar o trabalho e a vida familiar sem problemas.
“Atribuir um ideal que as mulheres podem fazer tudo ao mesmo tempo na verdade aumentou o nível de sintomas depressivos delas, em comparação com as mais céticas sobre trabalho e família”, disse a pesquisadora Katrina Leupp.
Os pesquisadores analisaram as respostas de 1.600 mulheres casadas. Em 1987, as mulheres responderam a perguntas para avaliar seu apoio ao sexo feminino no mercado de trabalho, inclusive se elas concordavam com afirmações do tipo “As mulheres são muito mais felizes se ficarem em casa e cuidarem de seus filhos”.
Em 1992 e 1994, as mulheres, no momento com 40 anos, responderam perguntas sobre seus sintomas de depressão.
Como em estudos anteriores, os dados da pesquisa indicaram que as mulheres que trabalhavam fora tinham menos sintomas de depressão, talvez porque o emprego fora oferece mais interação social, atividades mais variadas e uma renda maior.
Entre as mulheres ocupadas, as mais felizes eram aquelas que indicaram que tinham, quando eram anos mais jovens, o mínimo para aquelas que queriam combinar a carreira e a família. “Ironicamente, as mulheres que não esperavam ser capazes de equilibrar o trabalho e a família tinham melhor saúde mental do que as que esperavam”, conta Leupp.
Leupp não sabe explicar as descobertas, mas diz que a razão dessa relação entre otimismo e depressão pode ser devido às expectativas das mulheres, e os verdadeiros ambientes de trabalho.
Mulheres que esperam “ter tudo” provavelmente se deparam com locais de trabalho que não são projetados para o equilíbrio com a vida familiar. O mundo real não é aquilo que elas tinham em mente. E, quando elas não conseguem equilibrar tudo perfeitamente, as “supermães” são mais propensas a sentir frustração e culpa.
“A pesquisa demonstra a incompatibilidade entre as expectativas das mulheres e a real estrutura do local de trabalho”, explica Leupp. Segundo a pesquisadora, as mães que trabalham devem moderar o seu otimismo sobre vida familiar e emprego, e não culpar a si mesma se for difícil equilibrá-los – porque é difícil. [LiveScience]hypescience

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Prevenção do Câncer de Mama.


Veja aqui alguns desses fatores de risco:
- Sexo: ser mulher é o principal fator de risco para desenvolver a doença. Homens também podem ter a doença, mas ela é 100 vezes mais comum em mulheres.
- Idade: o risco de desenvolver a doença aumenta com a idade. Ao redor de 18% dos cânceres de mama são diagnosticados em mulheres com aproximadamente 40 anos, e 77% em mulheres com 50 anos de idade ou mais.
- Histórico familiar: ter mãe, irmã ou filha com a doença aumenta o risco de a mulher ter a doença, entretanto, o exato risco é desconhecido. Mulheres com histórico familiar de câncer de mama em pai ou irmão também possuem risco aumentado. Ao redor de 20% a 30% das mulheres portadoras de câncer de mama possuem parente com o mesmo diagnóstico.
- Mutações genéticas: entre 5% e 10% dos cânceres de mama estão associados a certas mutações genéticas, a mais comum nos genes chamados BRCA1 e BRCA2. Mulheres que têm essas mutações têm até 80% de chances de desenvolver câncer de mama por volta dos 70 a 75 anos.
 - Histórico pessoal de câncer de mama: mulheres que tiveram câncer em uma mama têm maior risco (3 a 4 vezes mais) de ter câncer na outra mama, ou mesmo em outra parte da primeira. Não se trata de recidiva (volta do câncer), mas de um novo tumor na mesma mama.
- Fatores étnicos: mulheres brancas têm risco levemente maior que as negras (na população norte americana), mas estas correm maior risco de morrer da doença, pois apresentam tumores mais agressivos. O risco é menor em mulheres asiáticas e indígenas.
- Biópsia anterior anormal: certos tipos de anomalias encontradas em biópsias prévias podem aumentar o risco de câncer de mama.
- Radioterapia anterior no tórax: mulheres, quando crianças ou adultos jovens, submetidas à radioterapia na região do tórax têm risco consideravelmente maior de desenvolver câncer de mama.
- Período menstrual: mulheres que começaram a menstruar cedo (antes dos 12 anos) ou que entraram na menopausa após os 55 anos têm risco ligeiramente maior de ter câncer de mama.
- Tratamento com dietilestilbestrol: no passado, grávidas tomaram essa droga para reduzir o risco de aborto espontâneo. Mais tarde descobriu-se que o medicamento tinha efeitos teratogênicos (causando mál-formações) e carcinogênicos.
- Não ter filhos: mulheres que não tiveram filhos ou só tiveram depois dos 30 anos, têm risco levemente aumentado de ter câncer de mama. Ter mais de um filho quando jovem reduz o risco de câncer de mama.
- Gravidez e amamentação: alguns estudos mostram que amamentar reduz levemente o risco de câncer de mama, especialmente se a mãe amamenta por um ano e meio ou dois. Porém, outros estudos não demonstraram o impacto da amamentação sobre o risco do câncer de mama. O motivo parece ser o fato de a amamentação reduzir o número de períodos menstruais da mulher, assim como a gravidez. Um dos motivos para o aumento dos casos de câncer de mama é uma conjugação de fatores comportamentais: as mulheres menstruam mais cedo, têm filhos mais tarde (após os 30 anos) e menos filhos que suas avós e bisavós. Isso significa que suas células da mama são expostas a mais estrogênio.
- Consumo de álcool: o consumo de bebidas alcoólicas está claramente associado a aumento do risco de ter câncer de mama. Mulheres que bebem uma dose de álcool por dia têm risco levemente maior. As que bebem de 2 a 5 doses diárias têm risco uma vez e meia maior do que as que não bebem.
- Alimentação: ter excesso de peso está associado a maior risco de câncer de mama, especialmente se o aumento de peso ocorreu na idade adulta ou após a menopausa. O risco parece maior se a gordura se concentra na região da cintura. A recomendação dos especialistas é de uma dieta equilibrada, rica em fibras e com pouca gordura, evitando-se principalmente as carnes vermelhas.
- Exercícios: estudos mostram que a prática regular de atividade física reduz as chances de ter câncer de mama.

fonte: site www.gineco.com.br

Mitos sobre as causas do câncer de mama


Aqui você pode conferir alguns mitos e riscos incertos das causas do câncer de mama.


- Agrotóxicos nos alimentos – não existe associação comprovada entre uso de agrotóxicos e câncer de mama. Também não há associação comprovada entre câncer de mama e cigarro, mas como o fumo está associado a uma série de outros cânceres (pulmão, boca, pâncreas, bexiga, etc.), problemas cardíacos e derrames, o ideal é procurar um serviço especializado e largar o cigarro.
- Uso de antitranspirantes e uso de sutiãs com suporte metálico – correntes disparadas pela internet disseminaram rumores de que o uso de antitranspirantes causa câncer de mama. Mais recentemente, os sutiãs com suportes metálicos foram alvo de outra corrente. Não existem evidências de que desodorantes e sutiãs causem câncer de mama.
- Aborto – ativistas contrários ao aborto disseminaram a ideia de que o procedimento aumenta o risco de câncer de mama, o que não é verdade. Abortos espontâneos também não elevam o risco de ter câncer de mama.
- Implantes de silicone – implantes de silicone formam cicatriz na mama e podem dificultar a detecção precoce do tumor, bem como a visualização do tecido mamário nas incidências padrões da mamografia. Contudo, não aumentam o risco de câncer.
fonte:    http://www.gineco.com.br

quarta-feira, 6 de julho de 2011

musculação


Pesquisadores descobriram a bebida com a combinação certa de carboidratos e proteínas: segundo uma nova pesquisa, leite com baixo teor de gordura e chocolate depois de um treino ajuda na resistência, constrói músculo, reduz a gordura, e parece melhorar o desempenho dos atletas.
Segundo o estudo, quando se recupera de um exercício, duas coisas que você quer fazer é repor os estoques de açúcar no músculo acionando a síntese protéica e interromper a degradação de proteínas.
A combinação de carboidratos e proteínas encontrada no leite achocolatado trabalha sinergicamente para fazer essas duas coisas. A bebida venceu duas outras testadas: uma bebida sem calorias e uma bebida de carboidratos sem proteína.
Em um dos dois estudos envolvidos na pesquisa, 10 ciclistas bem treinados se exercitaram mais de duas horas até o ponto da fadiga. Então, beberam leite, ou a bebida sem calorias, ou a com carboidratos (logo após o treino e duas horas depois).
Depois de quatro horas, os ciclistas fizeram mais um treino. Os que tomaram leite com chocolate realizaram treinos significativamente mais rápidos (seis minutos). A bebida ativa as proteínas que bloqueiam a quebra de proteína, e isso preserva tanto a proteína quanto os músculos, ajudando no processo de recuperação.
Em um segundo estudo, 32 pessoas não treinadas fizeram treinos de ciclismo 60 minutos por dia, cinco dias por semana, por 4 semanas e meia. As mesmas bebidas e tempos foram aplicados.
Os pesquisadores observaram o consumo máximo de oxigênio, uma medida de resistência aeróbica. A melhora no consumo máximo de oxigênio foi duas vezes maior em quem bebeu leite achocolatado. Eles também tendiam a ter um maior aumento de massa magra e maior redução da gordura corporal.
O estudo não pretendia fazer uma comparação do leite com bebidas esportivas no mercado. Elas normalmente contêm proteína.
O leite com chocolate testado, entretanto, tinha uma mistura melhor de carboidratos e proteínas que o leite puro. O leite com chocolate usado na pesquisa tinha cerca de 11,5 gramas de carboidratos por 100 mililitros, 3,5 gramas de proteína, e 2 gramas de gordura.
Especialistas concordam com esses resultados. Segundo eles, não é surpresa que o leite com chocolate ganhe de bebidas sem calorias e de carboidratos (sem proteína). A inclusão de alguma proteína em uma bebida pós-treino melhora a reparação muscular e o crescimento.
Isso não significa que milkshakes de proteína sejam a resposta, porque carboidratos são extremamente importantes no processo de recuperação e na restauração de glicogênio (fonte de energia armazenada nos músculos).
No entanto, um alimento que contém a relação carboidratos com proteína de 4:1 até 5:1 dá mais de uma vantagem do que tomar apenas carboidrato. Isso é o que faz do leite com chocolate uma escolha ideal (não esquecer que o leite tem que ser de baixa gordura, por exemplo, desnatado). Em média, os especialistas recomendam que você tome cerca de 50% das calorias você queimou durante um treino.[WebMD]hypescience

O sono


Muitas pessoas já sabem o valor de uma boa noite de sono; para os atletas, os benefícios podem ser ainda maiores. Uma nova pesquisa sugere que dormir mais pode melhorar sensivelmente o desempenho físico de jogadores.
Uma equipe universitária de basquete masculino participou do estudo. Os pesquisadores pediram que os jogadores mantivessem sua programação noturna normal (dormir de 6 a 9 horas) por duas a quatro semanas e, em seguida, que eles procurassem dormir 10 horas por noite nas próximas cinco a sete semanas.
Durante o período do estudo, os jogadores pararam de beber café e álcool. Eles também foram solicitados a tirar cochilos durante o dia, quando viagens os impediam de ter 10 horas de sono noturno.
Quando eles dormiram durante 10 horas por noite por cerca de seis semanas, a pontaria do time melhorou 9%. Dormir e descansar o suficiente eram tão importantes quanto o treinamento e a dieta para os atletas de elite.
Além da pontaria, os jogadores correram mais rápido (16,2 segundos no início do estudo, em comparação com 15,5 segundos no final), e seus níveis de fadiga diminuíram. Também relataram melhor desempenho durante jogos competitivos.
Muitos jogadores e treinadores, apesar de sabem que descansar e dormir são importantes, acabam sacrificando isso em primeiro lugar. As descobertas sugerem que é importante que o sono seja priorizado durante um longo período de tempo, não apenas na noite antes de uma partida.
Segundo os pesquisadores, as descobertas podem ser aplicadas a atletas amadores, bem como crianças e jovens que se exercitam na escola ou universidade.
Antes do início do estudo, os cientistas tinham descoberto que muitos dos atletas se sentiam sonolentos durante o dia. Isso indica que eles estavam carregando débito de sono ou sofriam de perda de sono crônica. Muitos deles nem sabiam que isso poderia ter um impacto negativo em seu desempenho.
A conclusão dos pesquisadores é que o sono deveria ser visto da mesma forma que o exercício para os atletas. Dormir o suficiente é uma coisa positiva que irá ajudá-lo a se realizar em todos os aspectos da 
fonte ( BBC ) hypescience

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A malhação não dá resultado?

A malhação não dá resultado? Talvez seu treino esteja errado

Ceres Prado
Do UOL Ciência e Saúde
Em São Paulo

Todo mundo, ao começar a malhar tem algum objetivo seja emagrecer, bombar, melhorar a saúde ou só definir músculos. O professor é quem prescreve um treino que consiga fazer o aluno chegar onde ele quer. Se você malha, malha e seu objetivos não são atingidos, é preciso reformular o treino. Confira aqui como deve ser o treino para os diferentes objetivos.
Para avaliar o treinamento, o melhor é medir periodicamente aquilo que você quer modificar. Se pretende emagrecer, pode avaliar pelas roupas, pelo peso ou fazer uma análise mais detalhada da composição corporal na academia.
A primeira coisa a prestar atenção é que não adianta copiar os exercícios do cara marombado da academia ou da gostosa da televisão. Mário Pozzi, professor da Needs Fitness, explica que a intensidade dos exercícios depende do nível de treinamento do aluno. A  individualização do treino é essencial mesmo quando o objetivo é a hipertrofia. No nível iniciante, as etapas de progressão das cargas devem ser respeitadas.
É preciso também saber diferenciar resultados imediatos daqueles a longo prazo. Edmilson Kawanaka, professor da academia Competition e pós-graduado em treinamento desportivo, explica que as pessoas confundem às vezes a adaptação aguda (sentida logo após a sessão de treino, que normaliza depois de algumas horas, exemplo: sinto-me mais inchado) da adaptação crônica (o que acontece de forma mais lenta e duradoura). Para Kawanaka, se os objetivos não estiverem sendo alcançados, toda a programação tem que ser revista, tipo de treino, carga, periodicidade, alimentação e descanso.
Kawanaka diz que os alunos de academia geralmente querem perder gordura corporal e ganhar massa muscular. Para quem quer perder peso ele indica treino de resistência muscular (com 15 repetições– três vezes por semana, com um exercício aeróbio antes para aquecer e exercícios aeróbios contínuos mais longos duas vezes por semana.
Segundo Kawanaka, atualmente os alunos procuram um trabalho de musculação com o objetivo de melhorar seus desconfortos como dores articulares, dores na coluna etc. Ele indica trabalhos isométricos  para esse tipo de trabalho, realizando exercícios parados, segurando o peso estático. Ele recomenda esse tipo de exercício três vezes por semana combinado com aeróbio (duas vezes por semana) e alongamento geral diário.
Para os que querem ganhar massa muscular, Kawanaka indica treino de resistência muscular (com 12 repetições –) quatro vezes por semana, dividido em dois treinos alternados, o descanso deve vir depois de um treino de cada tipo (por exemplo, quarta feira, se treinar segunda e terça). No final de semana ele recomenda um dia de treino leve aeróbio, por exemplo, 30 minutos.
A personal trainer Tatiana Vieira, professora do Instituto Leven, diz que quando se trata de exercícios resistidos (musculação), o único momento em que a pessoa ganha força e não ganha massa muscular é no início do treinamento (três primeiras semanas). pois nessa fase a pessoa passa por uma adaptação neural, aprendendo a fazer o exercício com mais eficiência.
Após esse período inicial, os treinamentos passam a gerar uma certa hipertrofia. Para os que não querem ganhar muita massa muscular, uma dica é associar treino de musculação com aeróbios contínuos (. Como o exercício aeróbio diminui a massa muscular, a combinação dele com a musculação é ideal para manter a musculatura, sem ganhar muito, mas também sem perder. Vieira explica que se for realizado o treinamento aeróbio de alta intensidade, além dele utilizar gordura como substrato, é possível realizar treinamentos de força mais intensos sem correr o risco de ganhar muita massa muscular.
Manter a massa muscular é importante para manter o metabolismo rápido, potencializando a perda de peso. Mas o exercício sozinho não faz milagres pelo emagrecimento, para aqueles cujo objetivo é realmente perder gordura, manter uma dieta balanceada é essencial.
Os que não querem fazer musculação, apenas correr (ou pedalar, nadar etc.) precisam tomar cuidado com a perda muscular relacionada aos exercícios aeróbios contínuos. O treino intervalado  tem demonstrado bons resultados para quem quer praticar esses tipos de atividade sem perder a massa muscular. As diferentes aulas oferecidas pelas academias geralmente também possuem intervalos de diferentes intensidades e combinam exercícios aeróbios com um pouco de força, sendo uma opção para quem quer manter a saúde de maneira lúdica.

Treinos aeróbios
Auxiliam a perda de gordura e trazem benefícios cardiovasculares

Contínuo (resistência aeróbia) É o treino aeróbio mais comum, com intensidade moderada e alta duração (acima de 15 minutos). A intensidade pode ser estimada pela frequência cardíaca (entre 60% e 80% da FC Máxima) ou por percepção pela respiração, a pessoa deve ficar ofegante, mas ainda conseguir falar algumas palavras. Esse treino é conhecido por auxiliar na perda de gordura, mas pesquisas apontam que ele pode causar diminuição na massa magra (músculos), que pode ser atenuada combinando esse treinamento com exercícios com pesos. Esse tipo de treinamento também é importante para aqueles que desejam melhorar sua saúde, pois melhora a capacidade cardiorrespiratória, diminuindo o risco de problemas relacionados ao sedentarismo.

Intervalado  Esse treinamento consiste em pequenos períodos (10 segundos a 2 minutos) de exercícios de intensidade alta com intervalos de descanso entre eles, podendo ser descanso ativo, com caminhadas ou trotes leves ou descanso passivo, parado. O descanso deve ser até você estar apto a praticar o exercício em alta intensidade novamente. Pesquisas mostram que esse tipo de treino tem os mesmos benefícios que o contínuo e após o segundo mês de treinamento parecem ter resultados melhores na perda de gordura. Com esse tipo de treinamento a massa muscular é preservada, pois ele não apresenta a mesma perda de massa magra que o exercício contínuo.

Musculação (treino realizado com resistência - pesos, máquina etc.)
Aumentam a massa muscular e a força

Força Muscular Esse treino é mais indicado àqueles que querem ganhar força, mas não necessariamente ganhar grande massa muscular. Todos os treinos de musculação causam ganho de massa magra, especialmente se o aluno não é praticante de musculação e vai iniciar a atividade, mas o objetivo desse treino é aumentar a força máxima do aluno. Segundo Pozzi, os pesos utilizados estão entre 90% e 100% da força máxima (chamada uma repetição máxima, a medida é feita por um teste que estima a carga máxima em que é possível realizar uma vez o exercício e não é possível repetir o movimento). Neste treino são realizadas de quatro a seis séries de uma a seis repetições para cada grupo muscular com intervalos de descanso maiores do que dois minutos entre as séries. São mais séries em menos repetições, com carga alta e velocidade de execução lenta.

Hipertrofia Muscular O principal objetivo desse tipo de treino é aumentar a massa muscular, ideal para os que buscam volume muscular por questões estéticas. Aumentando a massa, a força máxima também aumenta, trazendo os benefícios do treino de força máxima. Pozzi explica que esses exercícios são feitos com cargas de 70% a 90% da força máxima. São realizadas de três a seis séries de seis a oito repetições para cada grupo muscular. Ou seja, são mais repetições, com intervalo entre as séries de três minutos, e a velocidade de execução do exercício é lenta.

Potência Muscular (Força Explosiva) Esse treino tem como objetivo aumentar a velocidade de contração dos músculos, importante para algumas tarefas do dia-a-dia (se você tropeçar é a potência muscular que vai ajudar a corrigir o movimento e não cair de cara no chão ou correr atrás do ônibus) e para as atividades esportivas. Como todo o treino de musculação, esse treino causa um ganho de massa muscular e ganho de força máxima, especialmente para iniciantes. Os exercícios, segundo Pozzi, são realizados com pesos entre 60% e 80% da carga máxima, realizando de três a seis séries de seis a doze repetições. O intervalo entre as séries deve ser maior que dois minutos e a execução é rápida na fase de subida do peso, e lenta na descida, ou seja, quando o movimento é a favor do peso você deve fazer força para controlar a velocidade.

Resistência Muscular Esse treino tem como objetivo aumentar a resistência do músculo para manter a força por um grande período de tempo. Por causar grande fadiga do músculo, esse treino gera um bom ganho de massa muscular e força máxima. Esse tipo de treino também é muito utilizado para iniciantes, como adaptação para iniciar os demais tipos de treinamento (de três a cinco semanas). Segundo Pozzi, as cargas para o treino de resistência devem ir de 40% a 60% da carga máxima e são realizadas de duas a quatro séries de 13 a 20 repetições por grupo muscular. São menos séries, com mais repetições e o intervalo deve ser entre um e dois minutos e a velocidade de execução é média.

Isométrico Por não movimentar a articulação, esse treino é muito utilizado para aqueles que têm problemas articulares, como forma de manter a força e a musculatura, auxiliando a reabilitação. Kawanaka recomenda segurar o peso por 20 segundos em vez de fazer várias repetições.

Circuito

É um tipo de treino que alterna exercícios de musculação e exercícios aeróbios. Costuma ser indicado para aqueles que não têm tempo para fazer os dois treinamentos e para os que querem emagrecer. Seus resultados dependem da intensidade e duração do exercício aeróbio e do treino de musculação utilizado na combinação. Se você fizer mais musculação, ganha mais massa muscular; já se fizer mais aeróbio têm ganhos menores de massa magra e perde mais gordura.