segunda-feira, 14 de maio de 2012

Consumo e tipos de consumidores!









Estudo publicado no International Journal of Research and Marketing!

Universidade do Ontário Ocidental, Canadá, descobriram que quando se trata da motivação básica de consumo, e como nos relacionamos com bons ou maus serviços e produtos, a nossa reação depende do tipo de consumidor que somos: se buscamos o prazer ou se evitamos a dor.
Os pesquisadores apresentaram aos consumidores duas tarefas – experimentar um café e comprar uma câmera digital – e pediram para eles falaram o quanto ficaram satisfeitos com a qualidade dos mesmos. Um dos produtos era de qualidade e o outro tinha sido alterado de forma a afetar sua qualidade.
As reações dos consumidores e a satisfação que sentiram revelou dois grupos distintos: os que são focados em promoção (ou que buscam o prazer) e os que são focados em prevenção (ou que evitam a dor). São dois tipos de consumidores que respondem diferente a experiências positivas e experiências negativas relacionadas a produtos e serviços.
Se você é do tipo que é focado em promoção, você é um consumidor que espera sempre uma boa experiência com a aquisição de um produto ou serviço. O curioso é que, esperando uma experiência positiva, o prazer que é obtido com esta experiência positiva é maior. Mas se esse consumidor tem uma experiência ruim, a frustração e sofrimento são maiores.
O outro tipo do consumidor, o focado em prevenção, é aquele que sofre menos quando coisas ruins acontecem. O lado ruim é que ele também não aproveita bem as experiências positivas, não tem tanto prazer, porque não espera muito das coisas.
As reações controladas deste grupo fazem com que eles sintam menos alegria com boas experiências, um fenômeno que os pesquisadores chamaram de viés conservador. “O viés conservador muda a maneira de ver a vida”, diz Murray. “Eles são um pouco mais restringidos, pelo menos quando o assunto é prazer”.
Conheça sua clientela
Pesquisas anteriores já sugeriam uma segmentação tanto de sexo quanto de faixa etária, apontando que mulheres e idosos eram mais do tipo focado em prevenção, e os homens e pessoas mais jovens eram mais do tipo focados em promoção.
Mudar o tipo de consumidor que você é pode ser muito difícil. Mas as empresas podem ser capazes de compreender como cada um destes grupos é e treinar os funcionários do balcão para que saibam que tipo de cliente está chegando, e entendam as peculiaridades de cada grupo. No que diz respeito à queixas, não há um estilo que sirva para todos.
“Pessoas mais idosas tendem a ter um perfil do tipo focado à prevenção, e provavelmente vão apresentar reações mais moderadas, seja de um lado ou do outro, mas quando alguma coisa dá errado com o console daquele jovem de 21 anos, ele vai ficar muito mais chateado, e provavelmente vai contar a todos os amigos. A recíproca é verdadeira, se as coisas derem certo, ele vai ficar muito mais entusiasmado e feliz, e provavelmente também vai contar a todos os amigos”, explicam os pesquisadores.[ScienceDaily]Hypscience

Miitos sobre o pênis!










1 – HOMENS SÃO ESCRAVOS DO PÊNIS
É isso mesmo: se você é um homem certamente é um escravo do seu amigo aí embaixo. A excitação sexual é involuntária e não depende de ação consciente. Ninguém tem que pensar na hora de ejacular – isso acontece por um comando da medula espinhal, e não do cérebro. Por isso é sempre prudente usar camisinha. Se você acha que pode “segurar”, sua medula espinhal ri de você.
2 – DEDO GRANDE OU PEQUENO?
Não, não existe relação entre o tamanho do dedo e o pênis de um homem – mesmo que a crença popular tente provar o contrário. Uma recente pesquisa sul coreana mostrou que o comprimento do pênis e do dedo indicador não são necessariamente correspondentes. Por isso, mulheres, não se animem com homens de dedos longos.
3 – 600 MILHÕES DE COMPETIDORES
Apenas um espermatozoide foi necessário para que cada um de nós nascesse. Mas você já se perguntou contra quantos espermatozoides tivemos que “competir” para chegar ao óvulo? A média dessas células reprodutivas no esperma é de 40 milhões – mas pode chegar até a 600 milhões! Disputa difícil, hein? Mais difícil ainda é acreditar que certas pessoas um dia foram o espermatozoide mais esperto dentre tantos. Imagine o resto.
4 – PÊNIS ANIMAIS
Os humanos não foram dotados de presas, garras ou outras grandes habilidades físicas do mundo animal. Mas no quesito sexo, não podemos reclamar. Afinal, o homem é o primata com o maior pênis! É claro que poucos têm uma atividade sexual agitada como o bonobo, mas em tamanho os homens superam até eles.
Porém, os homens ainda estão longe de ser o mamífero melhor dotado. Afinal, a baleia azul não é grande apenas em tamanho, mas em pênis também. O mamífero aquático tem o maior órgão reprodutor masculino do mundo animal – cerca de 2,4 metros.
5 – CUIDADO! VOCÊ PODE QUEBRAR SEU PÊNIS
Se o pênis estiver ereto e sofrer algum tipo de agressão física violenta ele pode quebrar. Não como um braço ou uma perna, é claro, pois não há ossos no pênis. Mas existem tubos que enchem de sangue durante uma ereção que podem estourar se forem torcidos – e nem é preciso dizer que isso é realmente muito doloroso.
6 – PEQUENOS PÊNIS, GRANDES EREÇÕES
Quem disse que é ruim ter pênis pequeno? São eles que ficam mais eretos na hora do sexo. Uma pesquisa com 2.770 homens mostrou que os pênis mais curtos aumentam em até 86% do tamanho quando estão eretos. Isso é quase o dobro dos pênis mais longos, que aumentam cerca de 47%. 

imagem da web-hypescience fonte

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Seu patrão é abusivo?


Seu patrão é abusivo? Se sim, a verdadeira vítima pode ser o seu casamento. De acordo com um novo estudo, o estresse e a tensão causados por patrões abusivos no trabalho têm um efeito negativo sobre a vida matrimonial e familiar dos empregados.
“Pode ser que, como o abuso do supervisor aumenta a tensão na relação, o trabalhador fica menos motivado ou capaz de se envolver em interações positivas com seu parceiro e outros membros da família”, disse Merideth Ferguson, coautora do estudo.
280 funcionários em tempo integral e seus parceiros foram entrevistados para a pesquisa. As ações ofensivas dos patrões identificadas no estudo incluíram acessos de raiva, crítica pública e rudeza em geral para com os empregados.
Os pesquisadores descobriram uma conexão entre as respostas dos funcionários, quando eles identificaram patrões lhes insultando e quando seus parceiros relataram problemas em casa.
“A evidência ressalta a necessidade das organizações enviarem uma mensagem clara para aqueles em posições de supervisão: que comportamentos hostis e abusivos não serão tolerados”, afirma Dawn Carlson, outro pesquisador do estudo.
No entanto, a pesquisa também descobriu que os funcionários que estavam em relacionamentos mais longos e que tinham mais crianças foram menos afetados pelas ações dos patrões abusivos.
Para combater as ações ofensivas no trabalho, os autores também recomendam que os empregados busquem apoio, seja através de sua empresa ou outras formas de aconselhamento e gestão de estresse, para evitar trazer problemas do local de trabalho para casa.
“Os empregadores devem tomar medidas para evitar ou cessar o abuso, e também oferecer oportunidades para os subordinados gerirem eficazmente as consequências do abuso, evitando que isso afete suas famílias”, disse Carlson.[LiveScience] hypescience

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Terceira idade e exercícios para evitar infecções!

imagem da web.

Segundo um novo estudo, o exercício físico compensa o declínio de memória que pode ocorrer após uma infecção. A pesquisa é mais uma evidência de que o exercício pode ajudar a preservar a cognição em idosos.
Os pesquisadores fizeram experiências com ratos idosos, alguns dos quais infectados com uma cepa de E. Coli. Os animais foram testados para ver quão bem as suas memórias funcionavam.
“Quando um animal de idade fica infectado, um monte de coisas acontece no cérebro que prejudicam os processos de memória”, disse a pesquisadora Ruth Barrientos. “O que descobrimos é que um pouco de exercício basicamente inverte ou impede que um monte dessas mudanças aconteça”.
A cientista também disse que mesmo níveis moderados de exercício (que às vezes são o máximo que os idosos conseguem fazer) podem produzir esses resultados benéficos.
Segundo os autores do estudo, pode ser que o exercício reduza a inflamação no corpo que, de outra forma, contribuiria para o declínio cognitivo. No entanto, a ligação ainda não está clara, e os motivos podem ser outros.
Os pesquisadores colocaram os ratos em caixas com uma série de pistas visuais na parede, e lhes deram um leve choque elétrico. A memória dos animais foi testada colocando-os na mesma caixa vários dias depois, e observando se e quão frequentemente eles “congelaram”, um sinal de que o rato lembrou-se do choque.
Os ratos que se exercitaram após serem infectados com E. Coli congelaram quase tão frequentemente quanto os ratos que não tinham sido infectados. Aqueles que tinham sido infectados, mas não se exercitaram, não congelaram tantas vezes, indicando pior memória.
“Descobrimos que estes animais correm quase 50 vezes menos do que um animal jovem, e ainda foram capazes de se beneficiar do exercício”, afirma Barrientos. “Assim, o idoso que só pode fazer um pouco de exercício regular pode se proteger contra os efeitos da infecção no envelhecimento”.
“Essa última pesquisa pode dar uma indicação adicional de como o exercício e outras estratégias de prevenção para a demência realmente funcionam”, disse o Dr. Gary Small. “Parece haver evidência científica sobre a saúde do cérebro e o envelhecimento, com a saúde do cérebro relacionada à inflamação”, complementa.
Por exemplo, algumas das estratégias recomendadas para as pessoas idosas reduzirem o risco de Alzheimer, tais como comer peixe, são abordagens anti-inflamatórias também.
Os médicos têm investigado anti-inflamatórios – medicamentos como os inibidores COX-2 e drogas sem receita como o ibuprofeno – para ver se eles têm um efeito sobre a memória. No momento, os resultados contraditórios sugerem que eles podem ajudar na prevenção, mas não quando o declínio já começou.
O exercício pode melhorar a circulação ou trazer mais nutrientes para o cérebro. A conexão ainda não explicada com a inflamação apresenta outra possibilidade de tratamento com exercício físico, que não envolve medicação.
“É bom recomendar abordagens menos tóxicas”, disse Small. “E o exercício é uma estratégia muito importante para proteger a saúde do cérebro e ajudar as pessoas a viver mais e melhor “Fonte - hypscience


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Etiqueta quanto ao uso de celular!










A grande adoção do telefone celular acabou gerando uma má reputação sobre o uso do aparelho em locais públicos e outras situações. Você pode evitar passar por constrangimentos seguindo algumas orientações importantes sobre o uso do celular.

• Evite o uso do celular em locais públicos fechados, como repartições e outros locais frequentados por terceiros. Se precisar, se retire para atender do lado de fora;

• Mantenha um tom de voz ameno  sempre que fizer uma chamada em área pública, afinal, você não quer que transeuntes conheçam detalhes da sua vida e muito mesmos eles estão interessados em ouvir o que você fez na noite passada ou como você pretende fechar aquele negócio;

• Se tiver que fazer uma chamada em locais públicos, seja breve tanto quanto possível. Converse com objetividade e deixe para entrar em detalhes quando estiver em um local privativo;

• Desligue  o celular quando entrar em cinemas, igrejas, bibliotecas, etc. Se necessário, coloque-o no modo silencioso e saia do local para atender chamadas que sejam realmente importantes;

• Não use o celular ao dirigir. Além de ser uma infração grave de trânsito, a chamada desvia sua atenção e pode provocar acidentes. Se precisar atender ou retornar uma ligação importante, primeiro estacione o veículo em local seguro;

• Realmente desligue o celular antes de participar de uma reunião. Não é o momento apropriado sequer para se ausentar e atender uma ligação;

Se estiver conversando com alguém, não interrompa a conversa para atender uma ligação, a não ser que seja algo realmente importante. Sua atenção deve estar voltada primeira ao seu interlocutor, e somente depois para telefonemas.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Pesquisa associa compulsão por compras a lesão cerebral

Comprar compulsivamente é uma doença do mundo moderno, mas, além dos apelos de uma sociedade consumista, o impulso pode ser causado por um dano cerebral.
Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia mostraram que lesões em uma parte do cérebro responsável por escolher objetos e quantificar seu valor levam as pessoas a fazer mais escolhas irracionais e a gastar mais para adquirir produtos.
Na pesquisa, os produtos eram alimentos: os participantes podiam comprar kits contendo suco de fruta e chocolate, em diferentes quantidades. Em alguns kits, o preço total era mais alto do que o preço de cada item individualmente.
Participaram da pesquisa 11 pessoas com lesões em uma área do córtex pré-frontal (causadas por derrame, aneurisma ou tumor no cérebro) e 26 voluntários saudáveis, para controle.
Estudos anteriores usando imagens de ressonância magnética sugeriam que a região do córtex chamada ventromedial está ligada à avaliação racional na hora de fazer escolhas.
O trabalho coordenado por Joseph Kable, professor de psicologia da Universidade da Pensilvânia, comprovou essa hipótese. Os participantes com essa área danificada fizeram mais escolhas irracionais _sem considerar os preços e em desacordo com suas próprias preferências (listadas por eles antes do início do experimento).
A pesquisa foi financiada pelos Institutos de Pesquisas em Saúde Canadenses e pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e publicada no "Journal of Neuroscience".
COMPULSÃO DEMAIS
No estudo, 89% das pessoas com lesões no córtex pré-frontal compraram por impulso, pagando mais e levando mais itens que não estavam na lista inicial de suas preferências.
Já no grupo controle, só 68% dos participantes tiveram esse comportamento. Só?
"O que mais me impressiona não é a diferença, realmente significativa, entre o grupo com dano cerebral e o controle. É ver quantas pessoas sem lesão, segundo a pesquisa, compraram por impulso", diz o economista Samuel Pessoa, sócio da empresa Tendências Consultoria Integrada, de São Paulo.
A lesão pode ser um motivo a mais para o consumo desenfreado, mas também dá para concluir, pela pesquisa, que o ser humano é compulsivo.
"Isso tudo pode ser questionado. A verdade é que, individualmente, comprar não é sempre um comportamento estratégico. A maioria das pessoas não está preparada para avaliar racionalmente todas as escolhas. Ser racional também tem seu custo"

fonte-comportamento uol.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Presentes de Natal !



“Nossa prioridade são as pessoas mais próximas, para quem realmente queremos demonstrar afeto”, ensina o consultor de etiqueta Fábio Arruda. Claro que a lista pode ser mais extensa: tudo depende do interesse em desenvolver relações sociais e profissionais.  É preciso, porém, manter o bom senso e ficar atento ao orçamento disponível. “O Natal é também uma ótima ocasião para presentear pessoas que habitualmente nos prestem serviços e a quem claramente estamos gratos por algo”, diz.

Para Arruda, toda gentileza gera gentileza. Ele sempre prepara uma lembrança especial para todos os seus prestadores de serviço. “Um panetone em uma embalagem bonita, por exemplo, mostra que você pensou naquela pessoa e que se importa com ela”, garante.

Quando somos convidados para uma festa de Natal, é preciso comprar presentes para todos os convidados ou só para os donos da casa? Arruda aconselha a levar um mimo para cada pessoa, mas alerta que não é uma regra. “O importante é nos preocuparmos com os menores e com os mais velhos. Nada impede que os anfitriões também sejam agraciados. Você pode levar um vinho para o jantar, por exemplo.”

Planejamento!

Para evitar lojas e shoppings cheios –e o consequente mau atendimento e cansaço–, nada como se organizar e comprar os presentes com antecedência. O ideal é que as compras estejam completas pelo menos duas semanas antes do Natal, para ter uma folga de tempo caso alguma coisa fuja do previsto.
Segundo Cristina Fernandes, o ideal mesmo é que a lista de presentes seja pensada com a maior antecedência possível. “Dois meses é um ótimo prazo, mas isso depende da extensão da lista de pessoas a presentear”, ensina.  Outra dica importante é manter uma lista com os presentes que se dão todos os anos, para evitar repetições. “A memória pode nos trair”, afirma a consultora.

Retribuição!
Para Fábio Arruda, se alguém for presenteado mas não tiver nada na hora para retribuir, o melhor a fazer é agradecer e na sequência mandar um presente. “Nada de inventar desculpas”, diz. E também não é preciso comparar os preços: “Não é porque alguém deu um presente caro que temos que presentear no mesmo valor. O importante é retribuir”, orienta.

Dar um presente caro só mesmo se for para alguém muito próximo ou para um prestador de serviço que te acompanha o ano inteiro, alerta Arruda. “Caso contrário, a situação só cria constrangimento, e essa não é a ideia do Natal.”

Amigo secreto!
Presentear no trabalho pode ser arriscado. Por não conhecer tão bem as pessoas, pode-se escolher algo que desagrade, ou criar ciúmes ao presentear um e não outros. “Se a pessoa fizer questão de distribuir presentes, então deve escolher algo barato e igual para todos”, recomenda a consultora Maria de Fátima.   

Uma boa forma de evitar desconfortos com os colegas é participar do amigo secreto. “O ideal é que se estabeleça uma faixa de preço para evitar constrangimentos”, sugere a consultora. Afinal, esse é um ótimo momento para a socialização, algo divertido para a equipe.

Lembrancinhas!

Na dúvida sobre o que comprar? Cristina lembra que existem alguns produtos fáceis de agradar e que não custam tão caro. “Uma planta, uma caixa de bons chocolates ou mesmo produtos gourmet como uma bonita caixa de café, chá ou especiarias de qualidade superior são ótimas escolhas”, diz.

Objetos cortantes, artigos de toilette e qualquer objeto que possa ser considerado uma invasão de privacidade, como roupas íntimas e flores, devem ser evitados.

É perfeitamente aceitável que os presentes sejam entregues com as respectivas etiquetas de troca, como forma de evitar desperdícios e dando liberdade ao presenteado. “Acrescente sempre um toque pessoal: um embrulho realmente bonito e cuidado, um cartão com uma mensagem personalizada. Entregue com delicadeza e, se for o presenteado, receba com satisfação e reconhecimento”, recomenda.

fonte -comportamento uol!