ATIVIDADE FÍSICA – EFEITOS NO SISTEMA IMUNOLÓGICO
A Imunologia do Exercício relaciona os efeitos dos esforços físicos sobre o sistema imunológico e
suas prováveis consequências no organismo. O interesse nessa área surgiu principalmente em
função da ativação do sistema hormonal durante a prática de atividades físicas e que tem o
potencial de alterar a função do sistema imunológico. Além disso, acredita-se que a prática de
atividades físicas pode ser um meio preventivo e de redução dos fatores de risco de doenças
associadas ao estilo de vida (crença de que atletas são menos suscetíveis às doenças infecciosas),
bem como fazer parte do tratamento e reabilitação de doenças comprometedoras do sistema
imunológico, impedindo seu progresso.
Efeitos da atividade física
Ao praticarmos alguma atividade física, ocorre uma resposta natural do organismo denominada
estresse físico e que vai atuar em vários pontos numa complexa sequência de eventos denominada
resposta imune. Dentro desta, determinados parâmetros imunes (como número de células, função
celular e resposta celular) vão responder diferentemente ao tipo de atividade física realizada. Em
geral, a natureza e a magnitude das mudanças ocorridas vão depender de diversos fatores, sendo
os principais:
• Tipo de atividade física, a intensidade e a duração da mesma;
• Nível de condicionamento e passado atlético do indivíduo;
• Fatores ambientais;
• Horário de realização da atividade física;
Dentre todos esses fatores, a dosagem da atividade física - intensidade e duração - é o maior
responsável pelas mudanças, o que é um efeito direto das mudanças do sistema hormonal. A
resistência imunológica está relacionada à função imune, que responde proporcionalmente às
alterações hormonais.
Efeitos imediatos
A atividade física induz à mudanças imediatas e posteriores na distribuição das células do sistema
imune - leucócitos. Essas células circulantes sofrem mudanças em seu número e capacidade
funcional, pois são mediadas pela liberação de hormônios de estresse, produzidos durante a
atividade física (ex: cortisol e adrenalina). O grau dessa mudança é diretamente proporcional à
intensidade e à duração da atividade física, porém o efeito é transitório, normalmente retornando
ao estado “normal” após algumas horas do término da mesma.
Efeitos prolongados
A prática constante de atividades físicas (como em um programa de treinamento) promove as
mesmas mudanças no número e função das células circulantes do sistema imune, observadas
durante atividade física imediata. Porém, apesar do efeito também ser transitório, o tempo
necessário para o retorno ao estado “normal” após a atividade física é consideravelmente maior,
principalmente se o atleta não possuir uma regularidade e tempo necessário em seus períodos de
repouso. Estudos observaram que atletas que se submeteram a um repouso absoluto de 24 horas
apresentavam poucos efeitos prolongados no número dessas células imunes, porém, é possível que
exista uma exceção durante períodos bem prolongados de treinamento mais intenso, onde se
observa um quadro de concentrações celulares considerado clinicamente baixo, melhor
representado pelo conhecido “overtraining”, cujos sintomas estão associados ao declínio
progressivo na contagem de células do sistema imune.
Imunologia do Exercício e Treinamento
A observação dos sintomas de uma baixa imunidade e sua relação direta com a intensidade e
duração da atividade física, levou à “Teoria da Janela Aberta”. Essa teoria explica que o grau das
mudanças que ocorrem após cada sessão de treinamento promovem uma “imunidade alterada”,
que é caracterizada como um período específico de alta susceptibilidade à infecções, principalmente
as respiratórias (tais como gripes, resfriados, etc.). Esse período pode compreender de 3 à 72
horas, e representa um estado de diminuição da capacidade de combate do sistema imune, onde
vírus e bactérias têm um maior poder de reprodução e de ataque, o que representa um risco
aumentado de desenvolvimento de infecções, podendo ser maior se um indivíduo se expor a ciclos
repetidos de treinamento de alta intensidade.
Alguns dados de pesquisa, sugerem que o sistema imune sofre uma grande queda de capacidade e
grande estresse após atividades físicas intensas e/ou prolongadas, mas essas mesmas mudanças
não são observadas após atividades físicas moderadas.
Estratégias de Prevenção
Algumas medidas são consideradas eficazes para a manutenção da capacidade funcional do sitema
imune, bem como a prevenção e redução do risco de infecções. Entre elas, destacam-se:
• Manutenção dos níveis de estresse diário a um mínimo;
• Alimentação balanceada e manutenção de vitaminas e minerais a níveis ótimos;
• Evitar o treinamento excessivo (“overtraining”) e a fadiga crônica;
• Procurar ter sono adequado e em horários regulares;
• Evitar uma perda de peso acelerada;
• Evitar levar as mãos aos olhos e ao nariz (chamada de “auto-inoculação”);
• Evitar pessoas com sintomas de infecções respiratórias e multidões quando possível;
• Adoção de vacinação regular contra gripe é altamente recomendada
Conclusão
A prática de atividades físicas induz à mudanças radicais no sistema imunológico, que podem ser
ainda mais acentuadas através de um programa de treinamento físico mal planejado, além de
descuidos do atleta que podem aumentar significativamente a susceptibilidade às infecções
oportunas.
Rodrigo Milazzo Ribeiro, MSc.
CREF 003855 - G/RJ
Quem faz atividade física adquire maior imunidade contra doenças?
Se essa resposta já fosse totalmente afirmativa, com certeza haveria, desde
já, um enorme investimento em pesquisas no sentido de esclarecer os
mecanismos através dos quais o organismo se tornaria capaz de aumentar
suas defesas à custa do melhor nível de aptidão física.
O estado atual do conhecimento científico nessa área infelizmente ainda
não permite que se possa afirmar que o sistema imunológico é
potencializado pelo condicionamento físico. Existem, entretanto, algumas
evidências bastante animadoras, fruto de recentes pesquisas desenvolvidas
na área.
O que nós sabemos, e o que a ciência já confirma, é uma enorme influência
da prática de exercícios físicos na condição geral de saúde e na qualidade
de vida. Esses benefícios constituem-se no resultado das adaptações dos
sistemas respiratório, cardiovascular, endócrino, digestivo, e do próprio
músculo esquelético, decorrentes de hábitos de vida que incorporam a
atividade física regular. Essas adaptações previnem doenças?
Com certeza sim. À medida que o nosso organismo melhora sua
capacidade funcional, nós adquirimos maior reserva energética, passamos
a tolerar melhor o desgaste físico díario e diminuimos o "stress" causado
pela influência dos diversos agentes do meio em que vivemos.
Esse é um mecanismo capaz de prevenir grande parte das doenças mais
comuns nos grandes centros urbanos, como a esclerose das artérias, o
aumento do colesterol, a hipertensão, a ansiedade, etc.
Seria, entretanto uma das grandes descobertas desse final de século, a
comprovação de uma influência positiva e totalmente esclarecida do
exercício físico no sistema imunológico. Será que o exercício físico poderá
ser visto como uma "vacina" contra o câncer e outras doenças que
dependem essencialmente da nossa resposta imunológica? Nos Estados
Unidos, a imprensa publicou recentemente um artigo no qual se discute
criticamente o resultado prático em termos de redução de mortalidade do
enorme investimento aplicado nos últimos 30 anos em pesquisas no
combate ao câncer.
A triste conclusão é que se hoje existe uma pequena redução nos índices
de mortalidade pelo câncer, isso se deve ao grande desenvolvimento da
Medicina nos meios de diagnóstico precoce da doença. A tendência dos
financiamentos de pesquisa será a partir de agora a da valorização cada
vez maior dos métodos de prevenção. Nesse sentido, as pesquisas que
relacionam exercício e imunologia serão bastante favorecidas. Vamos
esperar, portanto, a divulgação de resultados cada vez mais animadores a
partir de agora!
Prof. Dr. Turibio Leite de Barros Neto
APRENDER E SE INFORMAR É PRECISO ! Ninguém é mais escravo do que aquele que falsamente se acredita livre.( Johann Wolfgang von Geothe.1749-1832 )
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Proteína para ganhar se músculos.
Qual a
melhor proteína para ganhar se músculos.
Você já sabe que as proteínas tem ação primordial na
conquista pelas curvas perfeitas. Mas, qual delas é a melhor? Na verdade, cada
uma exerce um papel diferente e tem sua função específica. O segredo para
usufruir de seus benefícios é mesmo o preparo. Nunca as frite! Confira!
- Ovo (com gema)
Como funciona? O ovo é o alimento com o mais alto valor
biológico, uma espécie de medida da quantidade de proteína que um alimento é
capaz de fornecer ao corpo. É verdade que a proteína da carne é mais eficiente
para a construção muscular. Mas, a gema, além da proteína, contém a vitamina
B12, necessária para diminuir os níveis de gordura e ajudar na contração
muscular.
- Salmão
Como funciona? Altamente proteico, tem grandes quantidades
de ômega 3, uma gordura que ajuda na recuperação da massa muscular. Devido à
ação anti-inflamatória, permite a assimilação de novas proteínas pelas fibras.
- Carne
vermelha: rainha da creatina
fonte : ( bing saúde e bem estar)
Conquista do abdômen perfeito.
Verdades sobre a conquista do abdômen perfeito.
Quem não quer ter um abdômen perfeito, como aqueles dos
atletas ou dos profissionais de educação física? Mas, não é tarefa fácil conseguir
aquela barriga dividida e musculosa. Contudo, a busca pelo corpo enxuto e
definido é cercada de receitas mágicas e ideias que, normalmente, não têm
fundamento científico.
O professor Mauro Guiselini, mestre em educação física pela
USP, professor de educação física na FMU e diretor do Instituto Mauro Guiselini
(SP), nos conta um pouco sobre as verdades e mentiras que costumamos ouvir
quando o assunto é conquistar o abdômen perfeito.
1.Você pode reduzir o número de células gordurosas presentes
no seu corpo, especificamente na região abdominal?
Mito! Não, somente o tamanho das células, não o número.
Muitas pessoas reduzem o número de células gordurosas através de cirurgias.
Atenção! O fato de retirar células gordurosas não quer dizer que não irá mais
engordar. Muitas pessoas, após retirar o excesso de gordura do abdômen através
de cirurgias, ao engordar, aumentam em outra região, como o peito.
2.Músculo vira gordura quando se interrompe o treinamento e
a gordura vira músculo quando começa a se exercitar?
Mito! Músculo e gordura são tecidos totalmente diferentes: é
impossível transformar um no outro. Não é possível mudar pele para ossos ou
músculo para cérebro, então por que seria capaz de transformar gordura em
músculo?
O exercício não destrói os depósitos de gordura. Na verdade,
ele ajuda a queimar calorias provenientes da gordura. Quando você diminui o
peso, através da dieta e exercício, ocorre a diminuição do tamanho da célula de
gordura, e não a sua quantidade. E ela continua lá, mesmo depois de você ter
emagrecido.
Exercícios de fortalecimento muscular, inclusive os que
utilizam pesos, têm pouco efeito sobre a gordura que está dentro e ao redor dos
seus músculos. Os exercícios aeróbicos, como a caminhada, corrida, ciclismo são
os mais eficientes para queimar gordura. A combinação da perda de peso com o
aumento da tonificação muscular possibilita, sim, uma diminuição de gordura ao
redor do músculo.
3.Tomar chá laxante ou diurético é bom para emagrecer e
diminuir a gordura localizada no abdome?
Mito! Emagrecer não é só diminuir o peso corporal! É também
modificar a composição corporal, ou seja, diminuir a porcentagem de gordura,
mantendo ou mesmo aumentando a massa muscular. Os produtos citados são formas
rápidas de eliminar mais líquido do que o normal. Quando você vai muitas vezes
mais ao banheiro do que o habitual, infelizmente não está eliminando gordura.
Como elimina muito líquido, o seu peso corporal muda rápido, e este é um falso
emagrecimento. As gordurinhas permanecem e o abdômen continua proeminente.
4.Posso reduzir a "circunferência abdominal"
fazendo exercícios localizados ou abdominais?
Mito! O efeito fisiológico do "exercício
abdominal", tão praticado por milhares de alunos nas academias e clubes,
não tem efeito na redução da gordura localizada na região onde está ocorrendo o
estímulo. Aliás, seria muito bom se isto ocorresse. Quando o corpo necessita
utilizar a gordura como fonte de energia para produzir o movimento, ele busca
em todo o corpo, e não de uma região específica.
Como a demanda energética do exercício abdominal é pequena,
seria necessário realiza-lo durante muito tempo, com um número muito grande de
repetições, e com intensidade leve/moderada para que a gordura fosse mobilizada
como fonte predominante de energia. Isto só seria possível, em termos
fisiológicos, realizando abdominais durante 4 ou 5 horas seguidas! Quem
consegue? Somente alguém que queira conquistar espaço no Guinness Book!
5.Fortalecer os músculos do abdome (CORE) ajuda a melhorar a
performance nos esportes e nas atividades cotidianas?
Verdade! O bom fortalecimento dos músculos do CORE (região
lombo-pélvica), incluindo os abdominais superficiais (reto abdominal e
oblíquos) e profundos, são importantes para o bom desempenho das atividades
cotidianas e esportivas. Eles são responsáveis por manter um bom equilíbrio
corporal e consequentemente aumentar a capacidade funcional.
6.Treinamento e dieta são garantia de abdômen tanquinho?
Em termos! Um fator importante para o aumento da massa
muscular (hipertrofia, definição muscular), além da dieta e exercício, é o
fator genético. As pessoas diferem na estrutura muscular, variando em maior ou
menor quantidade e tipo de fibras. As pessoas que têm maior quantidade de
fibras brancas (de contração rápida) respondem melhor ao treinamento de força e
hipertrofia, uma vez que estas fibras são as que melhor respondem a esse tipo
de treinamento.
Pessoas que geneticamente têm mais fibras brancas nos
músculos do abdômen, mais facilmente respondem ao treinamento, ou seja, mais
facilmente terão "um abdômen de tanquinho". E isto é válido para
homens e mulheres.
fonte: (bing saúde e bem estar)
Exercício de acordo com o seu biotipo.
Escolha o
exercício de acordo com o seu biotipo.
De acordo com uma
pesquisa feita nos Estados Unidos, as mulheres podem ser divididas em quatro
grupos quando consideramos os seus biótipos. E, para cada um deles, há uma
glândula dominante, que deve ser respeitada na hora de escolher o exercício a
ser praticado. Veja em qual desses grupos você se encaixa:
Quadris largos: Se você é baixa, tem ombros estreitos,
cintura fina, mas um quadril bem espaçoso, você pertence ao grupo de mulheres
da glândula gônada, responsável pela produção de estrogênio. Aposte nas
atividades aeróbicas que trabalham bastante os membros inferiores.
Ótimas escolhas:
Jump, arte marcial, Step e Spinning.
Barriguinha saliente: Existem mulheres que têm o corpo quase
perfeito. Sendo que o "quase" fica por conta de uma terrível
facilidade de acumular gordura no abdômen. Elas pertencem ao grupo das
pituitárias, glândulas que regularizam o metabolismo. Aliar atividades
aeróbicas à musculação é, com certeza, a melhor alternativa.
Ótimas escolhas: GAP
+ musculação, arte marcial,Fit Ball + musculação e ginástica localizada.
Olívias Palitos: Elas são tão magrinhas que até parecem que
vão quebrar. Possuem a estrutura óssea menor, pouco quadril, pouco peito e
ombros bastante estreitos. A glândula dominante é a tireóide, que libera um
hormônio que estimula o gasto calórico. A melhor escolha é por exercícios que
aumentem a massa muscular.
Ótimas opções:
Ginástica localizada, arte marcial e musculação.
Atléticas por natureza: Elas são capazes de despertar a ira
de suas companheiras. As mulheres do grupo "supra-renal", glândula
que produz o hormônio cortisol, apesar de parecerem ter sorte por terem nascido
com tudo no lugar, devem tomar cuidado com o ganho de massa e de gordura.
Qualquer alteração nas suas curvas pode fazer com que percam a feminilidade.
Por isso, é melhor apostar nos aeróbicos.
Ótimas opções: Running class, Spinnin, arte marcial e Step.
fonte: (bing saúde e bem estar)
Motivos para se fazer musculação.
Musculação
Existem exercícios na musculação para todos os membros do
corpo humano, basta ter uma orientação adequada para chegar ao seu objetivo.
Mas, você só conseguirá desenvolver seus músculos se levar a sério o seu treino
e não faltar.
Conheça alguns benefícios da musculação:
1 - Aumento da força muscular;
2 – Tonifica a musculatura;
3 - Modela do corpo;
4 - Ajuda a eliminar a gordura e aumenta a massa magra;
5 - Fortalece os músculos, e a frequência cardíaca e a
pressão arterial sobem menos com esforços;
6 - Melhora a qualidade do sono e bem-estar;
7 - Previne a osteoporose, pois auxilia no fortalecimento
dos ossos do corpo;
8 - Previne problemas na coluna vertebral, pois fortalece a
parte inferior das costas;
9 - Assim como os demais exercícios físicos, a musculação
auxilia no funcionamento do sistema imunológico;
10 - Auxilia no funcionamento do intestino, pois ajuda o
sistema digestório a funcionar corretamente;
11 - Desenvolve a coordenação motora e o equilíbrio;
12 - Melhora o humor e a autoestima, pois ao praticar
atividades físicas o cérebro libera diversos hormônios, tais como: endorfina,
oxitocina, serotonina, entre outros.
fonte: (bing saúde e bem estar)
Cãibras.
O que fazer
para evita cãibras.
Muito comuns durante e depois de atividades físicas, as
cãibras têm o poder de tirar qualquer pessoa do sério. Essas contrações
involuntárias dolorosas que duram apenas alguns minutos atingem,
principalmente, os músculos das pernas e dos pés. Esta contração está, muitas
vezes, associadas à fadiga muscular, desidratação, consumo inadequado de
carboidratos e a ausência do alongamento.
Para evitar o aparecimento desagradável das cãibras, é
preciso seguir algumas orientações simples e práticas. São elas:
Alongamento: um músculo aquecido e alongado possui um risco
bem menor de sofrer contrações involuntárias;
Malhe sem exageros: o excesso de atividade física pode
causar a contração involuntária e violenta das cãibras. Pratique exercícios com
a ajuda de um profissional.
Hidratação: beba água antes, durante e depois da atividade
física. A desidratação é comum durante a malhação. Dependendo do tipo de
exercício, a perda de água pode ser grande e pode causar desequilíbrio nos
fluidos corporais. Esse desequilíbrio pode gerar cãibra;
Alimentação equilibrada: inclua no cardápio alimentos ricos
em cálcio (semente de gergelim e queijo branco), magnésio (castanhas e vegetais
folhosos verde-escuros) e potássio (banana, banana-passa, água de coco e arroz
integral). Quando a cãibra dá o ar da
graça, não entre em pânico! Segundo especialistas, o mais recomendável é massagear
suavemente o músculo atingido. Não tente alongar o corpo e o músculo afetado.
Essa atitude pode gerar lesões graves. fonte ( bing saúde e bem estar)
Importância do alongamento.
imagem da web.
Importância
do alongamento para a boa forma física!
Quem nunca subiu uma escada de poucos degraus e sentiu um
músculo da perna "puxar"? Quem nunca levantou o braço e sentiu aquela
fisgada? Serão sintomas da idade? Certamente, não! Independentemente de sua
idade, se o seu corpo não for trabalhado constantemente essas dores e sustos
poderão ser constantes.
De acordo com o educador físico e especialista do ITC
Vertebral Curitiba, professor Sandro Veríssimo, a falta de alongamento ocasiona
a diminuição de mobilidade articular. "Sem o alongamento, realizar as
tarefas simples do dia a dia é mais difícil e as chances de se machucar
aumentam. Com os músculos encurtados, as lesões ocorrem com mais
facilidade", explica.
Ele destaca que praticar alongamento resulta em diversos
benefícios para a saúde, como correção da postura, alívio das dores musculares
e liberação da serotonina, que atua no cérebro e pode influenciar nas
alterações do humor, do sono e também do apetite. "O alongamento facilita
os afazeres diários, melhora o desempenho ao praticar atividades físicas, reduz
o risco de lesões musculares e articulares e ajuda no relaxamento
muscular", afirma.
Com todos esses benefícios, quando se deve fazer
alongamentos? Estudos recomendam que esta prática seja diária,
independentemente se está em casa, no trabalho ou na academia. "É possível
fazer alguns exercícios simples, depende de qual parte do corpo a pessoa quer
ou precisa alongar. Porém, é sempre importante ter a orientação de um
profissional, pois se o indivíduo tiver alguma restrição ou problema de saúde,
o alongamento pode ser prejudicial", observa.
Dicas de alongamento
O horário para se alongar dependerá da rotina de cada um.
Para que o alongamento tenha o efeito esperado, Sandro Veríssimo sugere manter
a posição parada de cada exercício por 15 a 30 segundos e repetir por três a
cinco vezes cada um. "Se sentir um leve desconforto no músculo enquanto
alonga, é sinal de que os movimentos estão sendo eficazes. Entretanto, os
movimentos devem ser feitos com cuidado e podem ser ampliados quando os
músculos estiverem aquecidos. Fazer um esforço físico sem alongamento pode causar
distensões musculares", alerta.
Dicas para se alongar sempre:
- Cabeça: faça movimentos circulares e depois incline a
cabeça e faça uma leve pressão por 15 segundos para cada um dos lados;
- Pés: gire os pés nos dois sentidos e em seguida estique-os
para frente e para trás. Esses movimentos ativam a circulação das pernas e
relaxam os pés;
- Punhos: gire os punhos nos dois sentidos e estique as mãos
para cima e para baixo;
- Braços: cruze os dedos das mãos, vire as palmas para
frente e estique os braços. Depois eleve os dois braços e caminhe apenas com os
dedos dos pés no chão até esticar bem todo o tronco.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Mitos dos exercícios.
Hoje, temos maior acesso a informações, mas, infelizmente,
elas nem sempre são precisas. O fato de que seu treino não está tendo os
resultados desejados pode ser devido a algum mau conselho que você recebeu por
aí.
Mito: Abdominais são a chave para um abdômen sequinho
Workout
Fato: Abdominais podem ser os exercícios mais emblemáticos
que existem, mas não são realmente a melhor maneira de emagrecer. “Uma vez que
não queimam muitas calorias, esses exercícios não ajudam de forma decisiva com
a perda de gordura”, diz Wayne Westcott, professor de ciência do exercício na
Faculdade Quincy, em Massachusetts (EUA).
Esse você quiser perder barriga, flexões e pontes queimam
mais gordura. Caso esteja fazendo abdominais, certifique-se de que os está
fazendo da forma correta, caso contrário, você pode machucar sua coluna.
Mito: Quanto mais você sua, mais você queima
2
Fato: Sair de uma sessão de treino especialmente encharcado
não significa necessariamente que você perdeu mais calorias do que o habitual
(foi mal!). “O suor é uma resposta biológica que resfria a pele e regula a
temperatura interna do corpo”, diz Jessica Matthews, porta-voz do Conselho
Americano de Exercício. O suor excessivo, portanto, pode ser o resultado de uma
academia superaquecida, do clima ou da sua fisiologia pessoal.
Mito: Correr é ruim para os joelhos
3
Fato: Um estudo da Universidade de Stanford (EUA) descobriu
que os joelhos dos corredores mais velhos não são menos saudáveis do que de
pessoas que não correm. Mas, enquanto correr é mais seguro para as articulações
do que esportes de contato como o futebol americano, não é totalmente
inofensivo.
“Mulheres são 4 a 6 vezes mais propensas a ter lesões graves
no joelho após correr, porque tendem a ter um desequilíbrio na relação de força
entre seus quadríceps e isquiotibiais, o que pode aumentar o risco de
machucados”, explica Westcott.
É por isso que os especialistas recomendam fazer um treino
de musculação pelo menos duas vezes por semana, além de suas corridas
regulares, para reforçar os músculos que suportam os joelhos. “Você vai
melhorar a sua experiência de corrida e também reduzir suas chances de se
lesionar”, Matthews aponta.
Mito: Alongamento ajuda seu corpo a se recuperar mais rápido
4
Fato: Não é ruim se alongar, mas um recente estudo da
Universidade de Milão (Itália) sobre os efeitos dos métodos de recuperação
pós-treino não encontrou alterações significativas nos níveis de lactato no
sangue (uma medida de quão cansados seus músculos estão) em pessoas que se
alongam após o exercício.
Enquanto o alongamento pode não reduzir completamente a dor
muscular ou acelerar a reparação do tecido muscular, ainda tem algumas
vantagens. Fazê-lo logo após um treino, quando o corpo ainda está quente, é a
melhor forma de aumentar a flexibilidade das articulações, segundo Westcott.
Mito: Você precisa suar pelo menos 45 minutos para obter
algum benefício de saúde
5
Fato: Mesmo se você tiver apenas meia hora de sobra por dia
– ou apenas 10 minutos -, você já tem tempo suficiente para reforçar a sua
saúde cardiovascular.
Mais e mais estudos estão apontando o poder dos treinos
curtos – e alguns até sugerem que as sessões rapidinhas podem ser melhores para
você. Uma pesquisa da Universidade Estadual do Arizona (EUA) publicada ano
passado descobriu que as pessoas tinham níveis consistentemente mais baixos de
pressão arterial quando separavam sua caminhada diária em três segmentos de 10
minutos, em vez de uma de 30.
Mas, enquanto isso pode ser o suficiente para manter a sua
saúde geral, você vai precisar de mais tempo ativo se estiver tentando perder
alguns quilos. Matthews recomenda pelo menos 250 minutos de exercício moderado
a vigoroso em uma semana para conseguir emagrecer.
Mito: Mais tempo de academia é melhor
6
Fato: “Programar dias de descanso é fundamental “, salienta
a personal trainer de celebridades Ashley Borden. “Seu corpo precisa se
recuperar, especialmente depois de uma sessão difícil”.
Se você se exercita todos os dias, você pode se machucar, ou
impedir que os músculos de seu corpo se recuperem e melhorem. Isso é verdadeiro
mesmo se você for “só de vez em quando” para a academia. Então não se esqueça
de fazer pausas regulares, seja a cada dois dias (se você for um iniciante), ou
uma vez por semana (para o avançado).
Além disso, varie seu treino. Se você não misturar as
coisas, repetir o mesmo padrão de treinamento pode levar a lesões, ou não ter o
resultado desejado, já que seu corpo se acostuma com o exercício.
Fatos surpreendentes
Ignorar o sono, trabalhos noturnos ou como trocas de turnos
(uma semana de dia e outra de noite, vai deixar seu relógio biológico descontrolado
como também sua produção de hormônios) pode causar ganho de peso. Mulheres de
um estudo que dormiam menos de sete horas por dia eram mais propensas a ganhar
peso; outra pesquisa mostrou que mesmo a privação parcial do sono levou a maior
produção do hormônio grelina, que provoca a fome.
Yoga não é um grande queimador de calorias. Fazer yoga
melhora a flexibilidade e força, mas não é muito uma atividade aeróbica. Uma
sessão de 50 minutos queima 237 calorias, contra as 500 a 600 calorias de uma
sessão de spinning, por exemplo.
Levantar pesos não transforma mulheres no “Thor”. Mesmo se
você estiver usando halteres pesados, você não vai ficar com uma aparência
masculina. As mulheres geralmente têm menos tecido muscular e produzem níveis
mais baixos de testosterona do que os homens, o que significa que são menos
fisiologicamente propensas a ficar “fortonas”.
[CNN] [HYPESCIENCE]
domingo, 2 de março de 2014
Não se importe com que as pessoas pensam ao seu respeito.
Já vou
começar esse tema falando a verdade nua e crua: não é fácil para ninguém. Mas
parar de se importar com o que as pessoas pensam é um grande atalho para a
liberdade. E, com os conselhos que você vai ler aqui hoje, essa mudança de vida
vai parecer até receita de bolo de caixinha, de tão fácil de seguir.
Vamos lá?
Bom, vamos
começar falando porque é tão insuportavelmente chato se importar com o que as
pessoas pensam sobre a gente.
O motivo
principal é bastante óbvio: esse negócio de ficar pensando o que as pessoas
estão pensando sobre tudo o que você faz, fez ou vai fazer pode acabar tomando
proporções tão absurdas a ponto de controlar sua vida e todas as suas atitudes.
Aí você acorda e vai dormir todos os dias mais angustiado que vestibulando em dia
de prova, se perguntando “ó céus, ó dor, ó vida, o que será que estão pensando
de mim?”.
Sua vida é
feliz ou significativa?
Quando você
desgasta sua preciosa energia se preocupando com a opinião alheia, você passa a
tomar atitudes com base no que pensa que as outras pessoas vão achar, e não no
que você acredita que seja a melhor coisa a ser feita. O que é uma grande
loucura.
E quem sofre
as consequência desse comportamento insano? Você mesmo. A principal
consequência é se tornar um tipo de pessoa que não toma posição nenhuma sobre
nada nunca, e fica ali ocupando espaço em um dos lugares mais lotados do mundo:
em cima do muro.
Hoje deve
ser seu último dia nessa vida. E eu vou dizer o porquê.
Primeiro
porque ninguém realmente se importa. Garanto. Ou você realmente acha que as
pessoas têm tempo para pensar na roupa que você escolheu usar hoje? Um estudo
realizado pela National Science Foundation – um órgão dos Estados Unidos
destinado à promover a ciência e a engenharia através de programas de pesquisa
e projetos de educação -, fez um estudo que alega que uma pessoa tem mais de 50
mil pensamentos em um dia. O que significa que, mesmo que alguém pensar em você
mais de 10 vezes por dia, isso será equivalente a apenas 0,02% de todos os
pensamentos que ela teve naquele dia. Acredite ou não: você não é tão especial
assim.
Em segundo
lugar, ninguém no mundo é capaz de agradar todo mundo. Nem o sol, nem o mar,
nem o Einstein conseguiram, então não seria sábio da nossa parte tentar.
Terceiro
porque você colhe o que planta. Quanto mais você pensar no que os outros estão
pensando, mais todo mundo vai pensar alguma coisa de você. E mais você vai se
tornar essas pessoas obcecadas por aprovação – aquelas que ninguém gosta – e, o
pior, complacente com todo mundo, achando que isso vai impedir qualquer tipo de
julgamento sobre você. Não vai.
E quarto
porque ninguém merece viver assim. Mas chega de falar dos sintomas. Vamos à
cura! Com vocês, 5 conselhos práticos de como parar de se importar com o que as
outras pessoas pensam sobre você:
1. Conheça
seus valores
Primeiro e
mais importe é saber reconhecer o que realmente importa para você. Porque uma
vez que isso esteja bem claro para você mesmo, a opinião dos outros se torna
insignificante. E é nesse momento em que você para de dizer “sim” para tudo e
começa a fazer suas próprias escolhas, sem se curvar a pressões externas, de
quem quer que seja.
2. Mostre
sua cara
Agora que
você sabe quais são seus valores, é hora de colocá-los em prática. Chegou a
hora de você aprender a falar o que pensa. A única regra aqui é ser honesto
consigo mesmo.
3. Escolha
bem suas companhias
É aquela
história: me diga com quem andas e te direi quem és.
Fique perto
de pessoas autoconfiantes que vivem suas próprias vidas sem comprometer seus
valores; elas são sempre boas companhias. E o exemplo delas será passado para
você rapidamente, sem você nem perceber.
4. Crie uma
lista de medos a serem superados
Funciona assim: você faz uma lista com todas as coisas que
fazem você se sentir desconfortável. Medos, inseguranças, tudo. Depois, começa
a fazer essas coisas, uma por uma. O crescimento vem do fato de você encarar
seus medos e, principalmente, superá-los.
Por exemplo: banho gelado. Odeia tomar banho gelado? Coloque
na lista. No começo, até o cabelo vai sair do chuveiro tremendo. Mas da segunda
vez, não vai ser assim tão difícil. Na terceira, menos ainda. E assim até que
fique fácil e isso não seja mais desconfortável para você. Você passa por cima
de um medo.
É um jeito simples de se obrigar a sair da sua zona de
conforto. Porque uma coisa é verdade: não importa o quanto você leia sobre
confiança, se você não tomar atitudes, as coisas não vão mudar sozinhas.
5. Viaje sozinho
Se você quer um jeito de combinar todos os conselhos
anteriores em um só e ainda se divertir um bocado, esse é o caminho. Viaje
sozinho. Você será exposto a culturas diferentes, vai quebrar normas sociais
que nem conhecia e sair da sua bolha. Leve o mínimo de bagagem e coloque o
essencial em uma mochila. Não faça planos e apenas deixe as coisas acontecerem.
Acredite, essa experiência será mais reveladora do que você imagina – você
estará só consigo mesmo, e vai acabar honrando só os seus valores o tempo todo.
Para finalizar, tenha um conselho extra sempre em mente: o
mundo está cheio de pessoas que obedecem o status quo. Mas as pessoas que fazem
alguma diferença são as que não se importam com isso. Qual das duas você vai
ser? [Medium][hypescience]
sábado, 4 de maio de 2013
Dormir mal vs Dormir menos com a idade.
Dormir mal afeta seu corpo de uma maneira
drástica
Quem já foi dormir de madrugada e teve de
acordar cedo no dia seguinte sabe como uma noite de sono ruim pode mexer com o
seu humor e acabar com sua disposição. Quão mal, porém, esse tipo de situação
pode fazer ao seu corpo? De acordo com um grupo de pesquisadores do Reino
Unido, uma noite de sono ruim pode alterar até mesmo o funcionamento dos seus
genes.
Sono fragmentado prejudica a memória
Para chegar a essa conclusão, a equipe
analisou amostras de sangue de 26 voluntários que normalmente dormem bastante (até
10 horas por noite) antes e depois de passarem uma semana com menos de 6 horas
de sono por noite. Resultado: pelo menos 711 genes foram afetados.
“Mostramos que uma semana de sono
insuficiente altera a expressão de genes em células sanguíneas humanas e reduz
a amplitude dos ritmos circadianos [ciclos de aproximadamente 24 horas em que
se baseia o metabolismo de um ser vivo] na expressão de genes”, escrevem os
autores, em artigo publicado no periódico PNAS.
Pessoas que vivem com sono têm distúrbio explicado
O sistema imunológico e a resposta do corpo a
danos foram prejudicados nos voluntários. “Claramente, o sono é essencial para
reconstruir o corpo e manter um estado funcional, [e com sono insuficiente]
todo tipo de dano parece ocorrer”, explicou Colin Smith, um dos pesquisadores
do estudo. “Se não pudermos renovar e substituir células, isso pode levar a
doenças degenerativas”.[BBC]/hypescience.com
Quanto mais velho você fica, menos precisa
dormir?
Mas isso só vale se o velhote em questão
estiver saudável. De acordo com um novo estudo, pessoas mais velhas, se
saudáveis, sentem menos sono e dormem menos.
O número de vezes em que a pessoa acorda no
meio da noite também aumenta com a idade. Além disso, mesmo com a queda na
quantidade de tempo que a pessoa mais velha passa dormindo, ela sente menos
vontade de cochilar durante o dia do que os mais novos.
Quantas horas de sono você realmente precisa?
De acordo com os cientistas, isso significa
que um envelhecimento saudável reduz a vontade de dormir e as horas de sono.
Durante as medições, eles perceberam que os jovens dormem em média 433 minutos
por noite, os adultos 409 e os mais velhos 390 minutos por noite.
O tempo que eles demoraram em dormir também
varia. Os jovens demoraram cerca de oito minutos para cair no sono, já para os
mais velhos o tempo foi de 15 minutos.
Os autores do estudo dizem que as causas para
essa redução de sono com a idade ainda precisam ser investigadas. Eles também
dizem que os resultados podem ajudar no tratamento de insônia em pessoas mais
velhas, que podem estranhar a necessidade de dormir menos. [Scientific
Blogging]hypescience.com
Dormir mal afeta seu corpo de uma maneira
drástica
Quem já foi dormir de madrugada e teve de
acordar cedo no dia seguinte sabe como uma noite de sono ruim pode mexer com o
seu humor e acabar com sua disposição. Quão mal, porém, esse tipo de situação
pode fazer ao seu corpo? De acordo com um grupo de pesquisadores do Reino
Unido, uma noite de sono ruim pode alterar até mesmo o funcionamento dos seus
genes.
Sono fragmentado prejudica a memória
Para chegar a essa conclusão, a equipe
analisou amostras de sangue de 26 voluntários que normalmente dormem bastante (até
10 horas por noite) antes e depois de passarem uma semana com menos de 6 horas
de sono por noite. Resultado: pelo menos 711 genes foram afetados.
“Mostramos que uma semana de sono
insuficiente altera a expressão de genes em células sanguíneas humanas e reduz
a amplitude dos ritmos circadianos [ciclos de aproximadamente 24 horas em que
se baseia o metabolismo de um ser vivo] na expressão de genes”, escrevem os
autores, em artigo publicado no periódico PNAS.
Pessoas que vivem com sono têm distúrbio explicado
O sistema imunológico e a resposta do corpo a
danos foram prejudicados nos voluntários. “Claramente, o sono é essencial para
reconstruir o corpo e manter um estado funcional, [e com sono insuficiente]
todo tipo de dano parece ocorrer”, explicou Colin Smith, um dos pesquisadores
do estudo. “Se não pudermos renovar e substituir células, isso pode levar a
doenças degenerativas”.[BBC]/hypescience.com
Quanto mais velho você fica, menos precisa
dormir?
Mas isso só vale se o velhote em questão
estiver saudável. De acordo com um novo estudo, pessoas mais velhas, se
saudáveis, sentem menos sono e dormem menos.
O número de vezes em que a pessoa acorda no
meio da noite também aumenta com a idade. Além disso, mesmo com a queda na
quantidade de tempo que a pessoa mais velha passa dormindo, ela sente menos
vontade de cochilar durante o dia do que os mais novos.
Quantas horas de sono você realmente precisa?
De acordo com os cientistas, isso significa
que um envelhecimento saudável reduz a vontade de dormir e as horas de sono.
Durante as medições, eles perceberam que os jovens dormem em média 433 minutos
por noite, os adultos 409 e os mais velhos 390 minutos por noite.
O tempo que eles demoraram em dormir também
varia. Os jovens demoraram cerca de oito minutos para cair no sono, já para os
mais velhos o tempo foi de 15 minutos.
Os autores do estudo dizem que as causas para
essa redução de sono com a idade ainda precisam ser investigadas. Eles também
dizem que os resultados podem ajudar no tratamento de insônia em pessoas mais
velhas, que podem estranhar a necessidade de dormir menos. [Scientific
Blogging]hypescience.com
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Refrigerantes e seus malefícios!
Mesmo que você não saiba por que, com certeza sabe que
refrigerante não faz bem. Desprovido de qualquer valor nutricional, essa água
açucarada engorda, leva à obesidade e diabetes, além de outros vários males que
não recebem muita atenção nas discussões de saúde, mas que listamos aqui na
esperança de lhe recrutar para o lado do suco natural, chá e outras bebidas
mais saudáveis. Confira:
1 – ENVELHECIMENTO ACELERADO
Normal, diet, light ou zero todo o refrigerantes de cola
contêm fosfato, ou ácido fosfórico, um ácido que dá ao refrigerante seu sabor
típico e aumenta seu tempo de prateleira. Embora ele exista em muitos alimentos
integrais, tais como carne, leite e nozes, ácido fosfórico em excesso pode
levar a problemas cardíacos e renais, perda muscular e osteoporose, e um estudo
sugere que poderia até provocar envelhecimento acelerado.
O estudo, publicado em 2010, descobriu que os níveis de
fosfato encontrados em refrigerantes fizeram com que ratos de laboratório
morressem cinco semanas mais cedo do que os ratos cujas dietas tinham níveis
normais de fosfato. Pior ainda é a tendência preocupante dos fabricantes de
refrigerantes de aumentar os níveis de ácido fosfórico em seus produtos ao
longo das últimas décadas.
2 – PODE CAUSAR CÂNCER
Em 2011, a instituição sem fins lucrativos Centro de Ciência
para o Interesse Público solicitou à Administração de Alimentos e Drogas
americana para proibir o corante artificial caramelo usado para fazer
Coca-Cola, Pepsi e outros refrigerantes marrons. O motivo: dois contaminantes
na coloração, 2-metilimidazole e 4-metilimidazol, que já causaram câncer em
animais. De acordo com uma lista proposta na Califórnia de 65 de produtos
químicos conhecidos por causar câncer, apenas 16 microgramas por pessoa por dia
de 4-metilimidazol é o suficiente para representar uma ameaça de câncer.
Qualquer refrigerante (normal, diet, zero) contêm 200 microgramas por 570 ml.
3 – DENTES PODRES E PROBLEMAS NEUROLÓGICOS
Nos EUA, dentistas até deram o nome de um refrigerante (boca
“Mountain Dew”) para uma condição que eles veem em um monte de crianças que o
bebem demais. Elas acabam com a boca cheia de cáries causadas por níveis de
açúcar em excesso.
Além disso, um ingrediente chamado óleo vegetal bromado, ou
BVO, adicionado para evitar que o aroma separe-se da bebida, é um produto
químico industrial usado como retardador de chamas em plásticos. Também
encontrado em outros refrigerantes e bebidas esportivas baseados em citros, o
produto químico tem sido conhecido por causar distúrbios de memória e perda
nervosa quando consumido em grandes quantidades. Os pesquisadores também
suspeitam que o produto químico se acumula na gordura do corpo, podendo causar
problemas de comportamento, infertilidade e lesões nos músculos do coração ao
longo do tempo.
4 – LATAS TÓXICAS
Não é apenas o refrigerante que causa problemas. Quase todas
as latas de alumínio de refrigerante são revestidas com uma resina chamada
bisfenol A (BPA), usada para impedir os ácidos do refrigerante de reagir com o
metal. BPA é conhecida por interferir com os hormônios e tem sido associada a
tudo, de infertilidade a obesidade a algumas formas de câncer. E, enquanto a
Pepsi e a Coca-Cola estão atualmente envolvidas em uma batalha para ver qual empresa
pode ser a primeira a desenvolver uma garrafa de plástico 100% baseada em
plantas que elas estão divulgando como “sem BPA”, nenhuma empresa está disposta
a retirar a substância das latas de alumínio.
5 – POLUIÇÃO DA ÁGUA
Os adoçantes artificiais utilizados em
refrigerantes diet não quebram em nossos corpos, e nem o tratamento de águas
residuais consegue separá-los antes que entrem nos cursos de água. Em 2009,
cientistas suíços testaram amostras de água tratada, rios e lagos na Suíça e
detectaram níveis de acessulfame K, sucralose e sacarina em todos, substâncias
usadas em refrigerantes diet. Um teste recente em abastecimentos de água
municipal nos EUA também revelou a presença de sucralose em todos os 19
estudados. Não está claro ainda o que esses níveis encontrados podem fazer com
as pessoas, mas pesquisas anteriores concluíram que a sucralose em rios e lagos
interfere com os hábitos de alimentação de alguns organismos. fonte (hypescience)
Terceira idade e exercícios.
Um novo estudo mostrou que octogenários que fizeram
exercícios durante toda a vida podem ter a mesma capacidade aeróbica de uma
pessoa de 40 anos de idade. O poder aeróbico desses indivíduos é 80% maior do
que pessoas de 80 anos sedentárias, e é comparável a pessoas com 40 e até 50
anos a menos.
Pesquisadores da Universidade Estadual Ball (EUA) chegaram a
esta conclusão depois de analisar octogenários do sexo masculino que eram
atletas enquanto jovens, e que não abandonaram o exercício físico. A chave para
a boa condição física não era o fato de que esses homens tinham sido atletas
durante a juventude, mas que eles se mantiveram ativos.
O importante é não desistir dos esportes
Algumas pesquisas já demonstraram que atletas que desistem
de seu esporte na velhice sofrem consequências físicas piores do que outros
indivíduos da mesma idade. Esportistas que trocam os exercícios pelo sofá na
terceira idade têm uma acentuada queda na capacidade de oxigenação que não é
observada em pessoas que nunca se exercitaram regularmente.
É claro que não é necessário ser um maratonista para chegar
aos 80 anos com saúde. Para nós, meros mortais, fazer entre 30 minutos a uma
hora de exercício vigoroso por dia mantém a capacidade aeróbica alta o suficiente
para permitir uma vida mais longa e saudável. Até mesmo quem não tem muito
talento atlético pode ser saudável em idade avançada.
É possível começar a se exercitar com idade avançada?
Embora seja unânime a opinião de que exercícios contribuem
para uma vida saudável, é necessário tomar alguns cuidados ao praticar esportes
com idade avançada. É preciso consultar um médico e solicitar uma lista de
exercícios que são ideais para sua idade e condição física.
Exercícios de força muscular, equilíbrio, alongamento e
resistência são fundamentais na terceira idade.
Abaixo, confira algumas dicas para que a prática desses
exercícios seja segura:
Não prenda a respiração durante os exercícios de força. Isso
pode afetar sua pressão arterial;
Ao levantar peso, faça movimentos suaves e firmes;
Evite o bloqueio das articulações de seus braços e pernas em
posições tensas;
Algumas dores e fadiga leves são normais depois de
exercícios de fortalecimento muscular. Exaustão, dores nas articulações e dores
musculares intensas não são normais;
Sempre se aqueça antes de exercícios de alongamento;
Para evitar ferimentos, use equipamentos de segurança, como
capacetes para ciclismo.
Lembre-se de que o exercício deve servir para que você se
sinta melhor. Não hesite em procurar um médico em caso de incômodos na hora de
se exercitar. [LiveScience 1 e 2](hypescience)
A terceira idade pode se beneficiar muito com a
atividade física. Além de ganhar saúde, esse tipo de atividade aumenta a
expectativa de vida. Em geral, uma pessoa nessa faixa etária pode fazer quase
todos os exercícios. É preciso orientação médica para que o treino seja feito
com segurança.
Dentre todas as atividades físicas que os mais velhos podem
fazer, uma delas é a corrida. Ela traz muitos benefícios, como a perda de peso.
Mas eles não param por aí, segundo um estudo realizado pela USP.
A pesquisa foi realizada com idosos que costumavam correr e
também com idosos e jovens sedentários. O resultado mostrou que os mais velhos
que corriam tinham o sistema imunológico mais favorável, parecido com o dos
mais jovens. Isso quer dizer que a corrida ajuda na desaceleração do declínio
imunológico e pode preservar as defesas do organismo das pessoas da terceira
idade.
Esse estudo é mais um argumento em prol das atividades
físicas. E elas devem ser feitas em qualquer idade.
( vilasaúde)Imagem retirada da web.
domingo, 12 de agosto de 2012
10 hábitos para melhorar sua vida!
imagem ilustrativa retirada da web.
1) TIRAR UMA SONECA
Unanimidade entre os especialistas, o sono é gratuito e
praticamente não tem inconvenientes à saúde. Esse tempo de descanso dá energia,
fortalece o sistema imunológico, aumenta a sua memória e até mesmo ajuda a
manter a forma. Sem uma boa noite de sono, fica mais difícil tomar decisões e
aumenta o risco de ansiedade e depressão. Falta de sono também tem sido
associada com hipertensão, intolerância à glicose e gordura na barriga – todos
fatores de risco para doença cardíaca. Estudos mostram que sete a oito horas de
sono por noite é o ideal. Se você tiver problemas em dormir, ou parece não
conseguir sair da cama, converse com seu médico sobre possíveis causas, tais
como ansiedade ou apnéia.
2) MATAR AULA
Estudos confirmam que um tempinho fora – seja fazendo uma
viagem ou sumindo por 24 horas – alivia o estresse, diminuindo a pressão
arterial e o risco de doença cardíaca. Também promove o pensamento criativo.
Uma pesquisa provou que mulheres que tiraram duas ou mais férias por ano eram
menos propensas a terem depressão do que mulheres que tiraram férias uma vez a
cada dois anos. Não importa o tempo que você passe fora, o importante é dar uma
“fugidinha”. Além do mais, estudos mostram que a maior emoção vem antes das
férias. Então melhor ter mais de uma, né?
3) SEXO
O sexo é a forma mais prazerosa de atividade física que
existe. O ato libera endorfinas que lhe fazem se sentir bem e oxitocina, um
hormônio que promove afeto, “ligação”. Esse componente de sentir-se ligado a
outra pessoa realmente tem benefícios para a saúde mental. Outra vantagem: quem
faz sexo uma ou duas vezes por semana tem níveis mais elevados de anticorpos da
imunoglobulina A, que protege contra resfriados e outras infecções.
4) COMER CHOCOLATE TODOS OS DIAS
Você pode comer chocolate todos os dias, desde que em
quantidades pequenas do tipo amargo, para minimizar a ingestão de açúcar e
gordura e maximizar os benefícios. Chocolate amargo e cacau podem ajudar a
baixar a pressão arterial, reduzir o risco de derrame, e proporcionar outros
benefícios cardiovasculares. Também pode servir para levantar seu astral quando
você está chateado. Um estudo publicado no ano passado descobriu que comer 40
gramas de chocolate escuro por dia por duas semanas reduziu hormônios de estresse
em pessoas altamente ansiosas. Verifique se há pelo menos 75% de cacau no seu
chocolate.
5) SAIR COM OS AMIGOS
Segundo estudos, os amigos e a família têm um enorme impacto
sobre o nosso comportamento, desde o que bebemos e comemos até o quanto pesamos.
Mas há pouca dúvida de que fortes laços sociais podem trazer uma série de
benefícios: menos resfriados, melhor saúde do cérebro, e uma vida mais longa,
para citar alguns. Sair só com os amigos lhe faz muito bem, contanto que você
saia só com pessoas com quem têm uma relação equilibrada.
6) COMIDA GORDUROSA
Não há necessidade de privar-se dos alimentos cheios de
gordura, que não só têm um gosto melhor, mas também servem a um propósito real
para a saúde, desde que você obtenha as quantidades corretas dos tipos
corretos. Ingira diariamente pelo menos 10% de gorduras monosaturadas
(encontradas em óleos vegetais, abacate, nozes e sementes). Essas gorduras
reduzem os riscos de doença cardíaca e acidente vascular cerebral. Os ácidos
graxos ômega-3 (encontrados em peixes como salmão e atum, e em semente de
linhaça e nozes) também apresentam menor risco de doença cardíaca e podem
ajudar a diminuir os sintomas da depressão, artrite reumatóide e outras
doenças. Além disso, quando você tem uma refeição que inclui um pouco de
gordura, você tende a se sentir mais satisfeito, por isso você come menos.
Ainda assim, sua ingestão de gordura diária não deve ser superior a 30%.
7) TOMAR CAFÉ
Muitas pesquisas sugerem que o café, além de te ajudar a
acordar, luta contra doenças cardíacas e alguns cânceres. Também lhe dá mais
energia para se exercitar. Beber café moderadamente na meia-idade tem sido
associado com menor risco de demência e Alzheimer. E uma revisão de 2009
constatou que para cada xícara de café adicional que você bebe todos os dias –
de alta octanagem ou descafeinado – o risco de desenvolver diabetes tipo 2
reduz em 7%, possivelmente porque os produtos químicos na bebida melhoram a
sensibilidade do seu corpo à insulina e aumentam o metabolismo. Desfrute de até
dois copos por dia; mais do que isso pode deixá-lo nervoso ou roubar-lhe seu
precioso prazer número um – o sono.
8 ) RECEBER UMA MASSAGEM
Em geral, as pessoas que são tocadas regularmente são mais
saudáveis. E se o seu orçamento não inclui serviços de spa, considere receber
massagens do seu amor. Mulheres em um estudo de 2008 registram menos dor,
depressão, ansiedade e raiva quando foram massageadas duas vezes por semana por
seus parceiros e (bônus!) eles relataram uma melhor saúde mental também.
9) TOMAR SOL
Dias ensolarados realmente melhoram o nosso humor – o sol é
o melhor antidepressivo natural, provocando o nosso corpo a produzir o hormônio
melatonina, por isso ficamos alerta, energizados e prontos para enfrentar o
dia. Expor a pele ao sol também provoca a síntese da vitamina D, um hormônio
que pode reduzir os riscos de câncer, doenças cardíacas, ossos frágeis, e
outros problemas. Porém, deve-se sempre usar sempre protetor solar e tomar um
suplemento D se os seus níveis de vitamina são baixos. Consulte seu médico para
descobrir.
10) VINHO NO JANTAR
O vinho tem propriedades saudáveis para o coração, embora os
investigadores não saibam direito como elas funcionam. Seus antioxidantes podem
manter os vasos sanguíneos flexíveis, ou o álcool pode aumentar o HDL (bom
colesterol). De qualquer maneira, a chave é a moderação: um copo por dia. Mais
do que isso pode elevar a pressão arterial e lhe fazer acumular alguns quilos.
Mulheres que bebem muito também têm taxas mais altas de câncer de mama. Não
gosta muito de vinho? Não há problema: você pode obter benefícios similares de
uma bebida de licor ou uma cerveja por dia. Vá em frente e brinde pelos
prazeres da vida saudável! [CNN](Hypescience) Por Natasha Romanzoti.
A verdade sobre bebidas esportivas e calçados especiais!
imagem ilustrativa retirada da web
Bebidas esportivas e calçados especiais não lhe ajudam a ser
um atleta melhor
Não faltam propagandas de bebidas energéticas e calçados
esportivos que garantem que, com eles, seu desempenho esportivo vai melhorar. A
ciência, no entanto, discorda.
Um novo estudo da Universidade de Alberta (Canadá) e da
Universidade de Oxford (Reino Unido), publicado no British Medical Journal,
mostra que atletas amadores não podem contar com bebidas esportivas ou calçados
especiais para melhorar seu desempenho.
O que os pesquisadores fizeram foi analisar as afirmações de
empresas de bebidas isotônicas e energéticas e de artigos esportivos de que
seus produtos ajudam a melhorar o desempenho e prevenir lesões.
“Não há provas para apoiar essas reivindicações feitas por algumas
das maiores marcas de esporte. É virtualmente impossível para o público fazer
escolhas informadas sobre os benefícios e malefícios dos produtos esportivos
anunciados”, disse um dos autores do estudo, Peter Gill.
O estudo
Anúncios em revistas gerais, revistas esportivas e de
bem-estar no Reino Unido e nos Estados Unidos foram analisados quanto a
afirmações relacionadas com o melhor desempenho esportivo ou recuperação que os
produtos supostamente causam.
Uma vez que os pesquisadores identificaram as afirmações,
eles procuraram as evidências por trás dessas reivindicações, o que incluiu
analisar todas as referências citadas, avaliar os métodos utilizados nas
pesquisas e determinar o risco de viés dessas afirmações.
A conclusão: mais da metade dos sites e anúncios que fizeram
tais reivindicações não forneceram quaisquer referências.
Entre as afirmações que puderem ser avaliadas criticamente
estavam 74 artigos, 84% dos quais considerados com alto risco de viés (apenas
três foram considerados de alta qualidade e com um baixo risco de viés).
Sendo assim, o que os pesquisadores descobriram alguns mitos
comuns no esporte foi que:
A cor da urina, que especialistas recomendam que os atletas
fiquem de olho, não indica fielmente se eles estão hidratados ou não, pois essa
cor depende de vários fatores, não apenas da hidratação;
Beber antes de sentir sede pode na verdade piorar o
desempenho esportivo, e não melhorar;
Bebidas energéticas com cafeína e outros compostos não têm
nenhum benefício acima e além do impulso que vem da cafeína;
Combinações de carboidratos e proteína pós-treino não
melhoram o desempenho e a recuperação.
“A comercialização de produtos esportivos se tornou uma
indústria multibilionária e o consumo de bebidas chamadas energéticas está
aumentando todo ano, mas a pesquisa nesta área tem sido rotulada como
metodologicamente pobre. Muitas das bebidas esportivas contêm altos níveis de
açúcar e há uma preocupação que o seu consumo contribua para os crescentes
níveis de obesidade em crianças”, conclui Gill.
Os males das bebidas esportivas
O alerta dado por Gill não é inédito; outras pesquisas já
abordaram o lado ruim das bebidas energéticas.
Um grande estudo com 15 mil estudantes nos EUA, por exemplo,
indicou que muitas crianças e adolescentes estão consumindo bebidas esportivas
em excesso. Apesar de conterem carboidratos e eletrólitos como sódio e
potássio, que ajudam na hidratação, essas bebidas também têm uma grande
quantidade de açúcar.
Por exemplo, uma garrafa de Gatorade do menor tamanho
encontrado no mercado contém 125 calorias e 35 gramas de açúcar. Não é tão ruim
quanto um refrigerante, mas a última coisa que as crianças precisam é de mais
açúcar, ligado fortemente com o ganho de peso e a obesidade.
Ou seja, esse tipo de bebida só é recomendado para as
crianças que participam de atividades físicas intensas em climas quentes, e,
mesmo assim, em quantidades limitadas (isso porque o mesmo estudo descobriu que
quando as crianças bebem água com sabor ou bebidas esportivas ao invés de
apenas água, elas tomam muito mais do que precisam).
E os especialistas vão além: segundo os médicos, as crianças
podem ser mais vulneráveis ao conteúdo das bebidas energéticas do que os
adultos. Se elas tomarem esse tipo de bebida regularmente, isso pode
“estressar” o organismo, o que não é bom para um corpo ainda em
desenvolvimento.Outro mal pode estar associado as bebidas esportivas quando ingeridas por crianças é a má formação dentária, pois, até o momento parece que a bebida atrapalha a absorção de cálcio pelo organismo infantil.
Outra pesquisa americana mostra que apenas uma bebida
açucarada por dia (o que inclui bebidas esportivas) pode contribuir para o
aumento da pressão sanguínea: quanto mais açúcar a pessoa ingere, maior a sua
pressão arterial tende a ser.
Para finalizar, cientistas da Universidade James Madison
(EUA) afirmam que os atletas podem se sair melhor com leite achocolatado do que
com bebidas energéticas.
Analisando jogadores de futebol, eles descobriram que achocolatados
proporcionam recuperações musculares tanto quanto ou até mais do que bebidas
esportivas carboidratadas especializadas. A lesão muscular era menor em
jogadores que tomaram o leite achocolatado depois do treinamento do que aqueles
que tomaram bebidas energéticas comerciais. [MedicalXpress]
Crianças, fiquem longe de bebidas energéticas
Médicos americanos alertam que crianças e adolescentes devem
evitar bebidas energéticas e só consumirem bebidas esportivas em quantidade
limitada.
Especialistas temem que bebidas como Gatorade e Red Bull
possam ter efeitos colaterais nos pequenos. “As crianças nunca precisam de
bebidas energéticas”, afirma Holly Benjamin, da Academia Americana de
Pediatria. “Elas contêm cafeína e outras substâncias estimulantes que não são
nutritivas”.
Segundo os médicos, as crianças podem ser mais vulneráveis
ao conteúdo das bebidas energéticas do que os adultos. Se elas tomarem
regularmente, isso vai “estressar” o organismo, e não é bom forçar o corpo de
uma pessoa que está crescendo.
Para fazer novas recomendações, os pesquisadores revisaram
estudos anteriores e relatórios sobre bebidas energéticas e bebidas esportivas,
que não contêm quaisquer estimulantes.
Eles observaram que as bebidas energéticas contém uma mistura
de ingredientes, incluindo vitaminas e extratos de ervas, com possíveis efeitos
colaterais nem sempre bem compreendidos.
Embora não haja muitos casos documentados de danos
diretamente ligados às bebidas, estimulantes podem perturbar o ritmo cardíaco e
causar convulsões em casos muito raros.
Porém, é definitivamente uma preocupação. Recentemente, um
garoto de 15 anos com déficit de atenção e hiperatividade foi parar no hospital
com uma crise depois de ter bebido duas garrafas de um refrigerante que contém
cafeína.
Segundo Holly, o menino já estava tomando medicação
estimulante, e a cafeína extra pode ter “sobrecarregado” seu corpo. “Nunca se
sabe”, comenta.
Pediatras já descreveram casos de convulsões, delírios,
problemas cardíacos e renais ou lesão de fígado em pessoas que tinham bebido
uma ou mais bebidas energéticas não alcoólicas, incluindo marcas como Red Bull,
Spike Shooter e Redline.
Esses casos podem ser raros, e não conclusivamente ligados à
bebida, mas os médicos pedem cautela, especialmente em crianças com condições
médicas.
Os fabricantes afirmam que seus produtos melhoram o
desempenho físico e mental, e não causam nenhum problema. Em comunicado, a
empresa Red Bull expressou: “Os efeitos da cafeína são bem conhecidos. Como uma
lata de Red Bull contém aproximadamente a mesma quantidade de cafeína que uma
xícara de café (80 mg), deve ser tratada como tal”.
Holly Benjamin disse que, para a maioria das crianças, a
água é a melhor coisa para saciar a sede. Para jovens atletas, uma bebida
esportiva pode ser útil também, porque contém açúcar. Mas para crianças que
levam uma vida menos ativa, bebidas esportivas e energéticas podem apenas
servir para acumular alguns quilos extras. Sim, são necessárias mais pesquisas,
mas antes prevenir do que remediar.[Reuters]
Bebidas isotônicas podem não ser saudáveis aos adolescentes
Segundo um novo estudo, os adolescentes mais ativos nos
esportes e outras atividades físicas são mais propensos a saciar sua sede com
bebidas feitas especialmente para esportistas, enquanto os adolescentes que
passam muito tempo assistindo TV ou jogando videogames tendem a beber mais
refrigerante.
Os pesquisadores analisaram dados de uma pesquisa de mais de
15.000 estudantes de ensino médio dos EUA. A maioria dos adolescentes relatou
consumir bebidas doces: mais de 60% dos meninos e 50% das meninas bebem pelo
menos um refrigerante, bebida isotônica ou outra bebida açucarada por dia. O
estudo colocou bebida esportiva, ponche de frutas, chás gelados e outras
bebidas que não eram parecidas com refrigerante na mesma categoria.
Os jovens que consumiam bebidas esportivas e outras bebidas
não carbonatadas também comiam mais frutas e vegetais, especialmente entre as
meninas. Por outro lado, frutas e verduras tendem a diminuir conforme o consumo
de refrigerante aumenta.
Os resultados não são surpreendentes. Porém, segundo os
pesquisadores, isso pode significar que as crianças estão “se enganando”: as
bebidas esportivas doces e coloridas têm desenvolvido uma reputação duvidosa
como uma alternativa saudável ao refrigerante. Aqueles que querem seguir um
estilo de vida saudável acreditam que estas bebidas são de certa forma boas
para eles.
Um único refrigerante pode fornecer uma dose diária de
açúcar maior do que os especialistas recomendam. Homens e mulheres adultos
devem consumir no máximo 37 g e 25 g de açúcar por dia, respectivamente,
enquanto as crianças devem limitar seu consumo a 12 g. Uma lata de Coca-Cola
tem 140 calorias e 39 g de açúcar.
Embora as bebidas esportivas contenham carboidratos e
eletrólitos como sódio e potássio, que ajudam na hidratação, elas também reúnem
uma grande quantidade de açúcar. Uma garrafa de Gatorade, do menor tamanho
encontrado no mercado, contém 125 calorias e 35 g de açúcar. Elas não são tão
ruins quanto os refrigerantes, no entanto, a última coisa que as crianças
precisam é de mais açúcar.
Pesquisas sugerem uma forte ligação entre o consumo de
açúcar em excesso, ganho de peso e obesidade, e nos EUA, as bebidas são a maior
fonte de açúcar na dieta das pessoas. Entretanto, bebidas esportivas não
necessariamente levam ao ganho de peso, e podem ser apropriadas para alguns
alunos-atletas e pessoas ativas.
Para as crianças que participam de atividades físicas
intensas em um dia quente e úmido, a Academia Americana de Pediatria (AAP)
aprova pequenas quantidades de bebidas não-carbonatadas desportivas. Em clima
mais ameno, as crianças não precisam de bebidas esportivas, a menos que estejam
ativas há mais de três horas.
Adolescentes mais velhos e adultos podem consumir bebidas
esportivas depois de atividades físicas de intensidade moderada a alta, que
durem mais de uma hora. A desidratação é um perigo comum para atletas jovens, e
estudos sugerem que o sabor das bebidas esportivas pode incentivar as crianças
a permanecerem hidratadas.
No Canadá, pesquisadores descobriram que crianças que
pedalaram por 90 a 180 minutos beberam quase 50% mais água quando era com sabor
uva. Se lhes fosse oferecida uma bebida esportiva, eles bebiam 90% mais do que
se fosse oferecido apenas água.
O grande problema, porém, é que muitos adolescentes que
estão consumindo estas bebidas não estão se exercitando o suficiente para
precisar delas para se hidratar.
Os especialistas tem se preocupado muito com o refrigerante.
Sua venda é proibida nas escolas em alguns estados dos EUA, como Massachusetts,
Pensilvânia, Illinois e Califórnia. Agora, os cientistas estão voltando sua
atenção para as bebidas esportivas e outras bebidas açucaradas. A legislatura
da Califórnia, por exemplo, está considerando uma proibição de todas as bebidas
esportivas açucaradas nas escolas. [CNN] (hypeScience)
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